- O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, sinalizou que pode segurar a sabatina do Advogado-Geral da União, Jorge Messias.
- Lula enviaria a indicação do AGU ao Senado, segundo relatos, mas a mensagem ainda não foi formalizada.
- A sabatina depende do envio do nome por Alcolumbre à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).
- O presidente da CCJ, Otton Alencar, informou que só poderá marcar a sabatina após decisão do comando do Senado.
- A resistência de Alcolumbre tem raízes em desgastes desde 2025, quando Lula indicou Messias contrariamente à preferência dele; Messias afirmou que buscará diálogo com o Senado.
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), sinalizou a aliados que pode segurar a sabatina do Advogado-Geral da União, Jorge Messias, indicado por Lula ao STF. A definição depende de decisão interna do Senado.
A sinalização ocorreu após a imprensa indicar que Lula formalizaria a indicação nesta terça-feira (31). Alcolumbre já tinha sido informado de que a mensagem seria encaminhada em breve, sem data precisa.
Contexto e tramitação
Aliados avaliam que a sabatina pode ficar para depois das eleições, mantendo ainda a possibilidade de agenda de votação no plenário. A sabatina depende do encaminhamento do nome à CCJ.
O presidente da CCJ, Otto Alencar (PSD-BA), disse que só poderá marcar a sabatina após decisão do comando do Senado. A resistência envolve desgastes políticos desde 2025, quando Messias foi indicado contrariamente à preferência de Alcolumbre.
Messias tem adotado discurso conciliador e, sem citar Alcolumbre, disse que buscará dirimir conflitos. Ao saber da possibilidade de envio da mensagem, o AGU afirmou à CNN que pretende retomar o diálogo com o Senado com humildade e fé.
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