- O vice-presidente Geraldo Alckmin afirmou, em café da manhã com jornalistas, que quem apoia ditadura não deveria se candidatar, ao deixar o MDIC, cargo que ocupa junto com a vice-presidência.
- Ele disse que, junto com o presidente Lula, “salvamos a democracia” e criticou quem não acredita no povo.
- A fala foi usada para contrapor candidaturas que desafiam a reeleição do governo nas eleições de outubro.
- Alckmin minimizou o crescimento do senador Flávio Bolsonaro nas pesquisas, dizendo que, na maioria, Lula venceria.
- O texto também menciona passagens anteriores envolvendo Alckmin em eventos no exterior e remete a ligações históricas do PT com ditaduras na Venezuela e em Cuba, além de citar declarações de Lula em 2005 sobre “excesso de democracia” na Venezuela.
Alckmin afirma que quem apoia ditadura não deveria se candidatar. O vice-presidente Geraldo Alckmin, do PSB, fez a declaração nesta quinta-feira, durante café da manhã com jornalistas, em evento ligado à sua saída do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), cargo que ocupa simultaneamente com a vice-presidência da República. A fala foi apresentada como defesa da democracia frente às candidaturas que buscam a reeleição do governo federal.
Segundo o vice, a democracia foi preservada por ele e pelo presidente Lula, em oposição à ditadura e ao autoritarismo. Ele afirmou que pessoas que apoiam regimes ditatoriais não deveriam concorrer a cargos. A declaração ocorreu em meio ao debate sobre as eleições de outubro e as possíveis candidaturas que disputam a reeleição do governo.
Alckmin também foi questionado sobre o crescimento de apoio ao senador Flávio Bolsonaro nas pesquisas. O vice afirmou que, na visão dele, Lula ainda venceria na maioria das sondagens, sem entrar em detalhes de números.
Contexto internacional e histórico
Em 2024, Alckmin esteve em Teerã, em ocasião ligada à agenda do governo iraniano. A visita foi marcada pela participação em eventos oficiais, mantendo contato com lideranças regionais. O conteúdo não detalha vínculos específicos com grupos extremistas e não faz afirmações sobre alianças históricas entre governos brasileiros e regimes estrangeiros.
O relato oficial sobre a atuação de governos do PT menciona, em diferentes momentos, relações políticas com regimes da Venezuela e de Cuba. O material revisado não fornece novos dados ou testemunhos que alterem o entendimento sobre essas relações, mantendo o foco em fatos verificáveis e em declarações públicas do atual governo.
Entre na conversa da comunidade