- STF e aliados atuam para destravar a sabatina de Jorge Messias, indicado por Lula para a advogada-geral da União.
- A ideia é que a sabatina ocorra ainda neste semestre para evitar que o STF fique com dez ministros e haja empates em julgamentos.
- O presidente da CCJ, Otto Alencar, disse que, se houver sinal do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, os trâmites podem ocorrer em até duas semanas.
- O Planalto oficializou, nesta quarta-feira, a indicação de Messias ao Senado, enquanto Alcolumbre mantém a pauta em banho-maria.
- Entre apoiadores da aprovação estão Kassio Nunes Marques e André Mendonça; Mendonça já havia manifestado apoio ao indicado.
Ministros do STF e senadores da base aliada atuam como, entre aspas, bombeiros para destravar a sabatina do advogado-geral da União, Jorge Messias. A mobilização busca acelerar a sabatina ainda neste semestre, diante do risco de Messias não ter apoio suficiente para ocupar a vaga no Supremo.
Ações envolvem a direção do STF e aliados do ministro, com o objetivo de evitar que o tribunal opere com 10 ministros ao longo do ano, o que poderia dificultar julgamentos. A articulação visa manter o ritmo dos indicados pela Presidência.
O atual debate acontece após o envio da indicação pelo Planalto ao Senado nesta quarta-feira. A expectativa é que a sabatina ocorra em duas semanas, caso haja sinal verde do presidente do Senado, Davi Alcolumbre.
Desdobramentos e apoios
Entre os gestores que defendem a aprovação de Messias estão ministros indicados por Bolsonaro, Kassio Nunes Marques e André Mendonça. Mendonça, à época do anúncio, já demonstrou apoio público ao indicado.
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