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Caiado: entrega, não likes, sobre comparação com Flávio

Caiado afirma que governa com entrega e resultados, não com gritos ou likes, respondendo à comparação com Flávio Bolsonaro

Caiado diz que "qualquer um ganha do PT no segundo turno", alfineta Flávio e destaca experiência como governador para chegar ao Planalto. (Foto: Lula Marques/Agência Brasil)
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  • O pré-candidato à Presidência pelo PSD, Ronaldo Caiado, afirmou que busca entrega e resultados concretos, não popularidade nas redes, alfinetando Flávio Bolsonaro.
  • Caiado disse que governa com entrega, citando melhoria na educação, segurança pública, desenvolvimento industrial, inteligência artificial e pesquisa em Goiás.
  • O ex-governador afirmou que o PT não teria voltado ao Planalto em 2022 se o PL tivesse feito boa gestão, destacando-se como democrata na essência.
  • Disse que qualquer candidato no segundo turno contra o PT pode vencer, questionando se esse candidato tem autoridade moral, sabe governar e conhece a liturgia do cargo.
  • Sobre o STF, afirmou que ministros deveriam investigar conduta diante da crise do Banco Master, defendendo cortes na própria carne e discutindo mandatos de dez anos e mudança na idade mínima para indicar ao STF.

O pré-candidato à Presidência Ronaldo Caiado (PSD) afirmou nesta segunda-feira que busca resultados concretos, não popularidade nas redes, durante entrevista ao programa Frente a Frente, no canal UOL. A fala foi uma resposta a quem o compara a Flávio Bolsonaro.

Ele ressaltou que não trabalha com gritos ou polarização, e sim com entrega. Como ex-governador de Goiás, citou ações de melhoria na educação, segurança pública, atração de indústrias e investimento em pesquisa e tecnologia.

Caiado também comentou a possibilidade de o PT retornar ao poder em 2022 caso o PL tivesse feito boa gestão, definindo-se como democrata na essência e assegurando respeitar o resultado das eleições.

Sobre o segundo turno, o ex-governador afirma que qualquer candidato que dispute com o PT poderia vencer, mas questiona se o vencedor teria legitimidade para governar e se conhece a liturgia do cargo, com base em sua experiência.

Em relação ao STF, Caiado disse que a corte deveria agir para apurar condutas de ministros na crise envolvendo o Banco Master, defendendo afastamentos quando houver dúvidas, mas reconhecendo que impeachment é atribuição do Senado.

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