- Kamala Harris afirmou que Trump iniciou a guerra contra o Irã, sem plano para encerrá-la, colocando militares em risco desnecessariamente.
- Ela pediu que os americanos se oponham ao financiamento dessa guerra, considerada por ela ilegal.
- A fala ocorreu poucas horas antes do anúncio de um cessar-fogo de duas semanas entre EUA e Irã, condicionado à abertura completa do estreito de Ormuz.
- O acordo prevê passagem segura pelo estreito por duas semanas, com mediação militar, em meio a uma rota que movimenta cerca de vinte por cento do petróleo mundial.
- O ministro das Relações Exteriores do Irã, Seyed Abbas Araghchi, confirmou a trégua e informou que o estreito ficará aberto durante esse período.
Kamala Harris criticou publicamente a linha de Trump antes do anúncio de cessar-fogo com o Irã. A ex-vice-presidente dos EUA afirmou que o presidente iniciou a guerra sem plano claro para encerrar o conflito, colocando militares em perigo desnecessário. A declaração foi publicada na conta oficial de Harris na terça-feira, 7 de abril de 2026, momentos antes de o governo americano anunciar a trégua.
Segundo Harris, a condução da crise elevou o risco para as tropas e prejudicou a posição global dos Estados Unidos, ao mesmo tempo em que tornou a vida dos cidadãos mais cara. Ela pediu que a população se posicione contrariamente ao financiamento de uma guerra considerada ilegal por escolha própria.
A fala ocorreu Nas vésperas do acordo anunciado por Trump e o Irã, que prevê um cessar-fogo de duas semanas. A medida depende da reabertura completa, imediata e segura do estreito de Ormuz, passagem estratégica que movimenta cerca de 20% do petróleo mundial.
Cessado-fogo e reabertura do estreito de Ormuz
O ministro das Relações Exteriores iraniano, Seyed Abbas Araghchi, confirmou a trégua de 14 dias em suas redes. O acordo estabelece a passagem segura pelo estreito, sob mediação militar iraniana, durante o período acordado. Acordo ocorre após críticas à escalada e à promessa de abertura do estreito para o comércio internacional.
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