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Lula defende uso da guarda nacional para pronta intervenção

Lula defende guarda nacional para pronta intervenção em caso de bloqueio ou tomada de cidade, apontando criação do Ministério da Segurança Pública após PEC

“Nós nunca levamos a sério essa questão da segurança”, diz Lula
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  • O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defende a criação de uma guarda nacional para pronta intervenção, para agir em caso de bloqueio ou de tomada de cidade, bairro ou vila.
  • Em entrevista ao ICL Notícias, ele afirmou que o mundo exige que o Brasil trate a segurança com mais seriedade.
  • Lula também voltou a defender a criação de um Ministério da Segurança Pública, a ser anunciado na semana seguinte à aprovação da PEC da Segurança Pública no Congresso.
  • Segundo o presidente, hoje a segurança é quase toda responsabilidade dos estados, e o governo federal precisa ter um papel definido por meio de uma lei.
  • O orçamento para o novo ministério seria necessário para viabilizar a atuação, afirmou Lula, pois não é adequado ficar pedindo esmola.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva comentou nesta quarta-feira, 8 de abril de 2026, a necessidade de criar uma guarda nacional para intervenção rápida no Brasil. A ideia é atuar em situações de bloqueio ou em casos em que facções tentem tomar cidades, bairros ou vilas. A iniciativa foi anunciada em entrevista ao ICL Notícias.

Lula afirmou que o mundo demanda maior seriedade na área de segurança e que o país precisa de mecanismos ágeis para agir. A ideia da guarda nacional seria justamente oferecer uma resposta rápida quando a atuação dos estados não for suficiente.

O presidente reforçou a defesa de um Ministério da Segurança Pública, cuja criação ficaria condicionada à aprovação da PEC da Segurança Pública pelo Congresso. Segundo ele, a pasta entraria em funcionamento na semana seguinte à aprovação, com orçamento próprio.

Ainda segundo Lula, a intenção é definir com clareza o papel do governo federal na segurança pública. A aprovação da PEC permitiria o enquadramento legal e financeiro para ações coordenadas entre União, estados e municípios.

O presidente destacou que o orçamento adequado é essencial, afirmando que não é adequado “pedir esmola” para custear ações federais. A aposta é que a PEC, se aprovada, viabilize a implementação de políticas de segurança mais estruturadas.

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