- Datafolha aponta que 40% avaliam o governo Lula como ruim ou péssimo, 29% como ótimo ou bom, 29% como regular e 2% não sabem; pesquisa com 2.004 eleitores, entre 7 e 9 de abril, com margem de erro de dois pontos percentuais.
- Em relação a março, houve estabilidade na avaliação negativa (40%); a positiva caiu de 32% para 29%.
- A aprovação de Lula como presidente ficou em 45%, enquanto 51% o reprovam; 4% não souberam ou não responderam.
- A aprovação varia por grupo: positiva entre idosos (36%), menos instruídos (43%) e nordestinos (41%); negativa entre mais instruídos (49%), sulistas (49%), evangélicos (52%) e quem ganha acima de dez salários mínimos (58%).
- Não há informações adicionais relevantes para este resumo.
A Datafolha divulgou, neste sábado (11), os números da última rodada da pesquisa sobre a avaliação do governo Lula. Foram ouvidos 2004 eleitores com 16 anos ou mais, entre 7 e 9 de abril. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
A leitura geral mostra desaceleração da aprovação e leve alta da reprovação. O instituto aponta 40% de avaliação negativa (ruim/péssimo) e 29% de positiva (ótimo/bom). Também há 29% de avaliação regular e 2% não souberam responder.
O estudo mostra que a reprovação do governo oscilou dois pontos para cima desde março, enquanto a aprovação caiu dois pontos. A pesquisa também apurou a aprovação de Lula como presidente: 51% desaprovem e 45% aprovam, com 4% sem resposta.
Principais números
- Ruim/péssimo: 40% (março 40%, dezembro 37%)
- Ótimo/bom: 29% (março 32%, dezembro 29%)
- Regular: 29% (março 26%, dezembro 30%)
- Não sabem: 2% (março 1%, dezembro 0%)
Aprovação de Lula
- Desaprovam: 51% (março 49%, dezembro 48%)
- Aprovam: 45% (março 47%, dezembro 49%)
- Não sabem/não responderam: 4% (março 4%, dezembro 3%)
A pesquisa aponta variações de percepção entre grupos. A avaliação positiva é mais baixa entre pessoas com maior instrução e no Sul, enquanto a negativa é mais alta entre os mais instruídos, evangélicos e quem ganha acima de 10 salários mínimos. Entre os mais velhos e nordestinos, a avaliação positiva também aparece entre 36% e 41%, respectivamente.
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