- Pablo Marçal anunciou apoio à candidatura presidencial de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e disse que atuará como “escudeiro” do senador.
- O empresário, filiado ao União Brasil, afirmou que pretende ampliar a presença da direita no Congresso e que continua elegível, apesar de decisão judicial que o tornaria inelegível.
- Marçal defende Flávio como o nome mais forte da direita e vê diferentes grupos atuando como “batalhões” de apoio à organização da estrutura em favor do senador.
- O influenciador acredita que Flávio é o “pesadelo de Lula”, destacando atributos como diálogo e neutralidade, e citando agendas nos Estados Unidos e em Israel.
- Discorreu sobre ter ajudado Bolsonaro em dois mil e vinte e dois, destacando a mobilização digital; comentou episódios controversos envolvendo Guilherme Boulos, defendendo a tática de “guerra” na eleição.
Pablo Marçal, empresário e influenciador, declarou apoio ao senador Flávio Bolsonaro na disputa presidencial e afirmou que atuará como escudeiro na atuação política contra a esquerda. A declaração foi dada ao Estadão neste domingo, 12.
Marçal, filiado ao União Brasil, disse que pretende ampliar a presença da direita no Congresso e que, mesmo diante de decisões judiciais que o tornam inelegível, busca reverter a situação. Ele afirmou que permanece elegível até trânsito em julgado.
O influenciador enfatizou a centralidade de Flávio Bolsonaro, defendendo a multiplicidade de candidaturas no campo conservador. Segundo ele, diferentes grupos podem atuar como batalhões com um objetivo comum de apoio ao senador.
Discurso sobre o cenário da direita
Marçal afirmou que Flávio é visto como o nome mais forte dentro da direita e que sua atuação pode fortalecer a candidatura presidencial. Ele citou agendas nos Estados Unidos e em Israel como fatores que fortalecem o perfil do senador.
O advogado de comunicação ressaltou que ajudou Bolsonaro em 2022, destacando uma virada no apoio popular durante a campanha. O influenciador afirmou que a mobilização digital foi determinante para a vitória no segundo turno.
Sobre episódios controversos, como o caso envolvendo Guilherme Boulos em São Paulo, Marçal adotou tom pragmático. Disse que parte da eleição envolve guerra de narrativas e que algumas ações foram, segundo ele, necessárias.
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