- Gilberto Waller foi demitido nesta segunda-feira, 13 de abril de 2026, após comandar o INSS desde 30 de abril de 2025.
- A fila de requerimentos chegou a 3,13 milhões em fevereiro de 2026 e caiu para 2,79 milhões em março, queda de 11%.
- Ana Cristina Viana Silveira assume a presidência do INSS, com a missão de acelerar a análise de benefícios e simplificar os processos internos.
- Desde o início do governo de Luiz Inácio Lula da Silva, a fila acumula alta de 1,71 milhão de pedidos, crescimento de 156,8% em relação a dezembro de 2022.
- A fila elevada complica a imagem do governo, mas ajuda a conter, ainda que de forma momentânea, as despesas da área previdenciária.
O INSS demitiu Gilberto Waller nesta segunda-feira, 13 de abril de 2026. Ele comandava o órgão desde 30 de abril de 2025 e enfrentava pressão para reduzir a fila de requerimentos, que atingiu recordes consecutivos.
A fila, considerada pela gestão como o principal gargalo, caiu de 3,13 milhões em fevereiro para 2,79 milhões em março, sinalizando a primeira redução em nove meses. O governo atribui o recuo a ações de melhoria, ainda sem consolidar resultados duradouros.
Waller foi substituído por Ana Cristina Viana Silveira, funcionária de carreira, que assume com a missão de acelerar a análise de benefícios e simplificar processos internos do INSS.
Nova gestão no INSS
Ana Cristina Viana Silveira assume após avaliações públicas sobre a necessidade de medidas rápidas para reduzir a fila. O governo informou que a intenção é aprimorar o atendimento e reduzir o tempo de análise de benefícios.
O caso se insere no contexto de agendas do governo envolvendo o INSS desde 2022, quando promessas foram feitas para zerar a fila, e em 2023, com promessas de melhoria contínua. A administração busca equilíbrio entre ampliar o atendimento e controlar o gasto com o custeio previdenciário.
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