- Ricardo Salles, pré-candidato ao Senado pelo Novo em São Paulo, defende que a direita tenha apenas duas candidaturas para evitar diluição de votos.
- Guilherme Derrite, também pré-candidato a senador pelo PL, concorda que a dupla tem mais chances de derrotar a esquerda; três candidaturas poderiam dividir votos.
- Salles critica disputas internas da direita, diz que é preciso engolir sapos e evitar confrontos públicos que favoreçam o PT.
- Sobre uma possível chapa, o ex-governador Romeu Zema pode ser vice de Flávio Bolsonaro, segundo Salles, mas não há negociação neste momento.
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Ricardo Salles, pré-candidato ao Senado por São Paulo pelo Novo, pediu que a direita se concentre em apenas duas candidaturas à vaga. Segundo ele, um terceiro nome atrapalharia o objetivo de manter o foco e evitar dispersão de votos, afirmou em entrevista ao Café com a Gazeta, da Gazeta do Povo.
Além de Salles, o deputado Guilherme Derrite confirmou hoje a pré-candidatura ao Senado. A avaliação dele é de que, com apenas duas candidaturas, a direita tem grande chance de derrotar a esquerda em outubro, evitando a diluição de votos.
Desavenças e gestão de alianças
Questionado sobre disputas internas, o deputado afirmou que é preciso engolir sapos e conter os impulsos em público. Ele argumentou que o PT se beneficia ao ver a direita se digladiando, e que é melhor reduzir o atrito até a eleição para preservar a unidade entre nomes relevantes.
Possível vice de Flávio Bolsonaro
Salles comentou ainda a possibilidade de o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema vir a compor como Vice de Flávio Bolsonaro, caso haja acordo. Ele ressaltou que Zema tem credenciais para o posto, mas que, no momento, não há negociação em curso.
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