- O pré-candidato Romeu Zema, do Novo, afirmou em 13 de abril de 2026 que o Brasil vive a maior crise moral da história e criticou o Judiciário.
- Ele disse haver uma “farra dos intocáveis” em Brasília e que, na visão dele, eles se consideram intocáveis.
- Zema disse que o Supremo Tribunal Federal estaria contaminado e que o que seria o último recurso da população foi prejudicado.
- O candidato defendeu renovação no Senado, afirmando que é preciso mexer com os “intocáveis”.
- Em tom de confrontação, afirmou que pretende adotar postura de oposição contundente caso seja eleito e afirmou que há “criminosos” em Brasília.
O pré-candidato à Presidência pelo Novo, Romeu Zema, afirmou durante reunião do Conselho Político e Social da Associação Comercial de São Paulo, realizada em 13 de abril de 2026, que o Brasil vive a maior crise moral da história e que o Judiciário estaria contaminado. A fala ocorreu na capital paulista e reforçou críticas ao sistema de Justiça.
Ele destacou a existência de uma farra dos intocáveis em Brasília, afirmando não acreditar que todos sejam merecedores de proteção permanente. Segundo Zema, o que era visto como último recurso da população perdeu a confiança, apontando para uma percepção de impunidade.
Zema elencou críticas ao Supremo Tribunal Federal, dizendo que o tribunal já deixara de transmitir confiança e que a podridão estaria evidente. O ex-governador também disse que o cenário atual alimenta a insatisfação pública, possivelmente maior do que em 2018.
Renovação no Senado
O pré-candidato defendeu mudanças no Legislativo, enfatizando a necessidade de renovação no Senado para enfrentar os chamados intocáveis. Ele sinalizou que, caso seja eleito, adotará postura de confronto com o poder estabelecido.
Zema ressaltou ainda que a percepção de crime e irregularidades em Brasília impacta o ambiente político e econômico. Em suas palavras, pessoas ligadas a empresas estariam entre os que não deveriam ocupar cargos públicos.
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