- A CPI do Crime Organizado encerrou-se em 14 de abril de 2026, após cerca de seis meses de investigação.
- O relatório final aponta indícios de crimes envolvendo ministros do Supremo Tribunal Federal e o Procurador-Geral da República e recomenda abertura de impeachment.
- O documento também recomenda investigações pelo Ministério Público Federal e processos disciplinares contra ministros do STF, além de responsabilização do PGR por possível omissão.
- O relator, senador João Silva, afirma que há provas concretas de envolvimento de alguns ministros do STF em atividades ilícitas.
- O presidente da CPI, deputado Pedro Oliveira, disse que o relatório será encaminhado às autoridades competentes; defesas dos envolvidos negam as acusações e o documento ficará disponível no site da Câmara.
A CPI do Crime Organizado chegou ao fim nesta quarta-feira, 14, com acusações contra ministros do STF e o PGR. O relatório final aponta indícios de crimes e sugere impeachment contra os envolvidos. A sessão ocorreu ao longo de aproximadamente seis meses de investigação.
Segundo o documento, há evidências de conivência e omissão de alguns ministros do STF em crimes de corrupção e lavagem de dinheiro. A CPI também recomenda investigações pelo Ministério Público Federal e a instauração de processos disciplinares contra os ministros citados.
O relatório indica que o Procurador-Geral da República pode ser responsabilizado por suposta omissão na apuração de crimes de corrupção. O relator, senador João Silva, afirmou que há provas concretas de envolvimento de alguns ministros. A defesa nega as acusações.
O presidente da CPI, deputado Pedro Oliveira, afirmou que o relatório será encaminhado às autoridades competentes para as providências cabíveis. Segundo ele, não se pode permitir que Judiciário e Ministério Público comprometam a integridade do sistema de Justiça.
As defesas dos alvos afirmam que as investigações não têm fundamentos sólidos e prometem recorrer. O relatório final ficará disponível no site da Câmara dos Deputados para análise dos órgãos responsáveis pelos procedimentos de impeachment.
Próximos passos
A ordem é que as autoridades competentes avaliem as evidências e decidam sobre a continuidade de processos. A Câmara deverá encaminhar o relatório para o Ministério Público e para o STF, conforme o eventual andamento das apurações.
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