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Lucas Bove vira réu em segundo processo envolvendo Cíntia Chagas

Deputado Lucas Bove torna-se réu em segundo processo por descumprimento de medidas protetivas contra Cíntia Chagas, com audiências marcadas para outubro

Cíntia Chagas e Lucas Bove no dia do casamento dos 2; eles se divorciaram poucos meses depois
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  • A Justiça de São Paulo tornou o deputado estadual Lucas Bove (PL) réu em um 2º processo criminal envolvendo a influenciadora Cíntia Chagas, por 10 episódios de descumprimento de medidas protetivas de urgência.
  • A denúncia foi aceita pelo juiz Felipe Pombo Rodriguez, da Vara Regional Oeste de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher, que viu indícios suficientes de autoria e materialidade.
  • As audiências ocorrem entre 6 e 8 de outubro, no Fórum Regional do Butantã; no primeiro dia serão ouvidas a vítima e as testemunhas de acusação, no segundo, as de defesa, e no terceiro, o interrogatório de Bove.
  • Bove está em liberdade; a defesa nega as acusações e o Ministério Público havia pedido prisão, o que foi negado; ele já responde a outro processo por violência doméstica contra a mesma vítima.
  • Em desdobramento, o Ministério Público pediu prisão, mas o pedido foi negado; Bove foi multado em R$ 50.000 por descumprir ordens judiciais, incluindo a proibição de mencionar publicamente o nome da ex-mulher.

A Justiça de São Paulo tornou o deputado estadual Lucas Bove (PL) réu em um segundo processo criminal envolvendo a influenciadora Cíntia Chagas, sua ex-mulher. A acusação aponta 10 episódios de possível descumprimento de medidas protetivas de urgência impostas à vítima no contexto de violência doméstica.

A denúncia do Ministério Público foi recebida pelo juiz Felipe Pombo Rodriguez, da Vara Regional Oeste de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher. Segundo a decisão, há indícios suficientes de autoria e materialidade para o prosseguimento da ação penal. A defesa pediu o encerramento do caso nesta fase, mas o pedido foi rejeitado.

As audiências de instrução e julgamento estão marcadas para 6, 7 e 8 de outubro, no Fórum Regional do Butantã, na zona oeste de São Paulo. No primeiro dia, a vítima e as testemunhas de acusação devem depor; no segundo, as testemunhas de defesa; e no terceiro, o interrogatório de Bove.

As medidas protetivas, previstas na Lei Maria da Penha, podem restringir contato e aproximação. Em caso de condenação por descumprimento, a pena varia de 3 meses a 2 anos de detenção. O deputado responde aos processos em liberdade.

A defesa de Bove negou as acusações, afirmando que o político não cometeu irregularidades. A advogada de Cíntia disse confiar na condenação ao fim do processo. Bove publicou mensagem em redes sociais agradecendo o apoio e afirmando que a verdade fala por si.

Cíntia Chagas já moveu ação contra Bove em 2024, após o término do casamento, que durou cerca de 90 dias. O caso tramita parcialmente sob segredo de Justiça. Em desdobramento, o Ministério Público pediu a prisão do deputado por violação de medidas protetivas, pedido rejeitado pela Justiça. Ainda assim, Bove foi multado em 50 mil reais por descumprir ordens judiciais, incluindo a proibição de mencionar publicamente o nome da ex-mulher.

Entenda o caso

Bove já responde a uma segunda denúncia relacionada a violência doméstica, psicológica e perseguição contra Cíntia Chagas. O processo atual tramita em liberdade, enquanto o anterior aguarda julgamento. A ação envolve possíveis infrações a medidas protetivas em um período recente.

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