- Motoristas e entregadores de aplicativo protestaram em várias capitais contra um projeto de lei que regulamenta o setor.
- No Rio de Janeiro, mais de quatrocentos trabalhadores participaram da manifestação.
- Em Salvador, o ato provocou congestionamentos em uma via principal.
- Em Curitiba, cerca de setenta por cento dos condutores aderiram à paralisação, deixando os apps desligados ao longo do dia.
- Em São Paulo, o ato ocorreu na Praça Charles Müller, no Pacaembu, com a Polícia Militar interrompendo a entrada do estádio por superlotação; o projeto prevê classificação dos profissionais como trabalhadores autônomos plataformizados e piso de oito reais e cinquenta por entrega, além de prescrever limite de trinta por cento na taxa das empresas; a votação na Câmara foi retirada da pauta.
Motoristas e entregadores de aplicativo realizaram protestos em várias capitais do Brasil contra um projeto de lei que regulamenta o setor. O movimento questiona a definição dos trabalhadores como autônomos plataformizados, sem vínculo empregatício, e a proposta de piso de R$ 8,50 por entrega. A pauta também prevê um teto de 30% na taxa cobrada pelas plataformas, motivo de críticas da categoria. A votação na Câmara foi retirada da pauta.
Os atos tiveram desdobramentos diversos em cada cidade, com números e impactos diferentes. Organizações do setor apontam que o projeto pode precarizar condições de trabalho, enquanto as plataformas defendem a necessidade de regras claras para o serviço. Em todos os relatos, os manifestantes afirmam que as regras favorecem as empresas.
Desdobramentos nas capitais
- Rio de Janeiro: mais de 400 trabalhadores participaram do protesto, com concentrações em vias centrais e mobilização de entidades de motoristas.
- Salvador: o ato causou congestionamentos em uma das principais vias da cidade, segundo relatos de moradores e equipes de trânsito.
- Curitiba: cerca de 70% dos condutores aderiram à paralisação, deixando os apps fora do ar ao longo do dia.
- São Paulo: a mobilização ocorreu na Praça Charles Müller, no Pacaembu, levando ao fechamento da entrada do estádio pela Polícia Militar devido à superlotação.
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