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Lula critica pejotização e propõe articulação de sindicalistas com o STF

Lula critica pejotização e propõe articulação com o STF; governo envia PLC para fim da escala 6x1 e assina lei de negociações no serviço público

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante reunião com dirigentes de centrais sindicais, no Palácio do Planalto.
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  • Lula reuniu-se com centrais sindicais no Planalto e criticou a pejotização, sugerindo articulação com o Supremo Tribunal Federal para enfrentar o tema.
  • O presidente afirmou que a pejotização não beneficia o trabalhador nem o país, afetando áreas como Fundo de Garantia, previdência social, habitação e saneamento.
  • Ele fez referência indireta a Jair Bolsonaro ao mencionar “a coisa que veio depois do Temer”, criticando ações do período.
  • Durante o encontro, Lula assinou projeto de lei de negociações coletivas no serviço público, com 68 itens aprovados pela Conclat para o período de 2026 a 2030, incluindo redução da jornada sem queda de salário.
  • O governo encaminhou ao Congresso, um dia antes, medida de urgência para extinguir a escala 6×1, publicada no Diário Oficial na noite anterior.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reuniu nesta quarta-feira no Palácio do Planalto com centrais sindicais. O tema central foi a pejotização e a necessidade de articular ações com o STF para discutir o assunto.

Lula afirmou que a pejotização não ajuda nem o trabalhador nem o país, citando impactos no fundo de garantia, Previdência Social, habitação e saneamento. Ele chamou as centrais para uma reunião com o ministro Gilmar Mendes, do STF.

O discurso também fez referência indireta a Jair Bolsonaro, ao mencionar “a coisa que veio depois do Temer” e 2019, ano de Reforma da Previdência que, segundo o presidente, retirou direitos dos trabalhadores.

Durante o evento, o presidente assinou um projeto de lei de negociações coletivas no serviço público. A ação ocorreu enquanto Lula recebia as demandas da Conclat, refletidas em 68 itens para 2026-2030.

As propostas incluem reduzir a jornada de trabalho sem desconto salarial, segundo diretrizes aprovadas pela plenária da Confederação Nacional das Classes Trabalhadoras. A pauta reforça prioridades para o período.

A reunião ocorreu um dia após o governo encaminhar ao Congresso o projeto de lei com medida de urgência para o fim da escala 6×1. O texto foi publicado em edição extra do Diário Oficial na terça (14).

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