- Líderes sindicais se reuniram com o presidente da Câmara, Hugo Motta, em 15 de abril de 2026, para entregar a Pauta da Classe Trabalhadora, com 68 reivindicações para 2026/2030.
- Entre as metas, está a redução da jornada para quarenta horas semanais sem redução de salários, definidas pela negociação coletiva.
- A pauta pede fim da escala 6 X 1, combate à pejotização e regulamentação do trabalho por aplicativo.
- Outras reivindicações incluem fortalecimento das negociações coletivas e direitos de negociação para funcionários públicos, além de ações de combate ao feminicídio.
- A Marcha da Classe Trabalhadora ocorreu em Brasília, com ato na Esplanada dos Ministérios, promovido por centrais sindicais como a CUT.
A Ordem de Ideias da Classe Trabalhadora entregou nesta quarta-feira, 15 de abril de 2026, a pauta de reivindicações ao presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta. O documento aponta prioridades para o período 2026/2030, buscando pautas históricas e novas demandas do mercado de trabalho.
A entrega ocorreu em Brasília, durante encontro entre líderes sindicais e o chefe do Legislativo. Entre os objetivos estão a redução da jornada para 40 horas semanais sem supressão salarial e a definição de escalas de trabalho por meio de negociação coletiva.
A pauta, atualizada para 2026, reúne 68 reivindicações. Entre os temas estão o fim da escala 6 X 1, a combate à pejotização, a regulamentação do trabalho por aplicativo e o fortalecimento das negociações coletivas.
Os sindicalistas promoveram, ainda nesta quarta-feira, a Marcha da Classe Trabalhadora pela Esplanada dos Ministérios. A mobilização reuniu representantes de várias centrais, incluindo a CUT, e teve como ponto de concentração a área dos ministérios.
Entre as pautas destacadas, também constam o direito de negociação para funcionários públicos, medidas de combate ao feminicídio e ações para ampliar a presença de negociação coletiva no setor privado. A pauta completa está disponível na íntegra para consulta pública.
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