- A defesa de Paulo Henrique Costa, ex-presidente do Banco Regional de Brasília (BRB), afirma que a prisão é “absolutamente desnecessária” e que irá analisar os autos para recorrer.
- O advogado Cleber Lopes disse que Costa não representa perigo à instrução criminal, à ordem pública ou à aplicação da lei penal, e que ele estava em liberdade desde a primeira fase da operação.
- Costa estava em sua residência, acompanhado por agentes federais, e seria encaminhado à Superintendência da Polícia Federal para exame de corpo de delito e detenção.
- A defesa afirmou não ter acesso aos autos para estimar eventual valor desviado e disse que vai estudar o material para se posicionar após entender as razões da prisão.
- A declaração ocorreu em coletiva em frente à casa do ex-presidente do BRB nesta quinta-feira (16).
Em Brasília, a defesa do ex-presidente do BRB afirmou que a prisão dele é desnecessária. Paulo Henrique Costa foi alvo de uma operação da Polícia Federal na quinta-feira (16) e está detido para exame de corpo de delito.
Durante coletiva em frente à residência do ex-presidente, o advogado Cleber Lopes disse que ainda analisará os autos do processo para apresentar uma declaração oficial. Afirmou que o executivo não representa risco à instrução criminal, à ordem pública ou à aplicação da lei penal.
Costa, segundo Lopes, estava acompanhado por agentes federais no momento da coletiva e deveria ser encaminhado, ainda pela manhã, à Superintendência da Polícia Federal para os procedimentos de corpo de delito e detenção.
O advogado informou que ainda não tem acesso aos autos para se posicionar sobre o valor supostamente desviado pelo ex-presidente. Disse que a defesa vai examinar o material do processo para entender as razões da prisão.
Defesa contesta prisão e detalha próximos passos
Lopes explicou que, neste estágio, não há posição definitiva sobre o caso, aguardando a análise integral dos documentos. Afirmou que, apenas após revisar o material, a defesa poderá deliberar sobre eventual recurso.
A direção da operação, realizada pela PF, não foi detalhada pela defesa nesta coletiva. Não houve confirmação de outras detenções ou de novos mandados relacionados ao caso.
Entre na conversa da comunidade