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Dra. Eudócia ressalta sanção de lei sobre vacinas terapêuticas contra câncer

Senadora Eudócia destaca sanção de lei que incorporou marco regulatório de vacinas terapêuticas ao câncer no SUS, ampliando acesso e incentivando produção nacional

Senadora Dra. Eudócia (PL-AL) em pronunciamento à tribuna.
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  • Lei 15.385, de 2026, foi sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e incorpora o marco regulatório das vacinas terapêuticas à Política Nacional de Prevenção e Combate ao Câncer.
  • A medida teve origem no PL 126/2025, apresentado pela senadora Dra. Eudócia (PSDB-AL), e foi destacada em pronunciamento no Plenário.
  • A lei objetiva modernizar a política oncológica brasileira e reduzir o tempo entre a descoberta de um tratamento e sua oferta no Sistema Único de Saúde (SUS).
  • O texto incentiva a produção nacional de medicamentos e vacinas, incluindo pesquisas com vacinas terapêuticas baseadas em RNA mensageiro, com participação de Fiocruz, Bio-Manguinhos e Instituto Butantan.
  • Caso comprovadas a eficácia e a segurança, as novas tecnologias podem avançar nos próximos anos, contribuindo para tratamento mais digno e universal pelo SUS.

A senadora Dra. Eudócia (PSDB-AL) registrou no Plenário, na quarta-feira (15), a sanção da lei que incorpora o marco regulatório das vacinas terapêuticas à Política Nacional de Prevenção e Combate ao Câncer. A medida busca modernizar o tratamento oncológico no país e ampliar o acesso ao SUS.

A lei, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva na sexta-feira (10), nasce a partir do PL 126/2025, apresentado pela própria Dra. Eudócia. O objetivo é reduzir o tempo entre a descoberta de um tratamento e sua disponibilidade no SUS.

Segundo a senadora, a norma incentiva a produção nacional de medicamentos e vacinas. Ela citou o potencial de vacinas terapêuticas baseadas em RNA mensageiro e avaliou que instituições como Fiocruz, Bio-Manguinhos e o Instituto Butantan podem avançar no desenvolvimento, desde que haja comprovação de eficácia e segurança.

A parlamentar enfatizou a meta de oferecer tratamento digno, equitativo e universal no Brasil, ressaltando a importância de reduzir desigualdades no acesso aos procedimentos oncológicos. A legislação visa ampliar o aporte tecnológico na rede pública de saúde.

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