Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Ex-BRB Vorcaro e Costa participam de concurso de quem faz mais delação

Vorcaro e Costa disputam quem delata mais, enquanto BRB enfrenta rombo e governo busca ajuda federal para cobrir perdas

Paulo Henrique Costa, enquanto era presidente do BRB, em evento de tecnologia no Rio de Janeiro
0:00
Carregando...
0:00
  • Ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, é investigado pela Polícia Federal por envolvimento em esquema de propina ligado ao banco e ao já citado caso Master.
  • Ricardo Vorcaro, chefe da máfia do Master, estaria envolvido na negociação de propina com Costa, envolvendo imóveis avaliados em dezenas de milhões de reais.
  • A PF indicou que Costa recebia imóveis como parte do esquema, enquanto o BRB supostamente cobria empréstimos e dívidas de Vorcaro.
  • A governadora do Distrito Federal, Celina Leão, pediu ajuda federal para cobrir o rombo do BRB, cujo tamanho não é publicado oficialmente pelo banco.
  • As investigações apontam para um fluxo financeiro complexo envolvendo fundos Reag e operações de compra de ativos inexistentes, com potencial desdobramento em novas delações.

O ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa e o empresário Daniel Vorcaro aparecem em investigações que apontam pagamento de propina envolvendo o banco estadual do Distrito Federal. A PF investiga o que chamou de esquema com dezenas de milhões, ligados a operações do Master.

Costa, segundo a Polícia Federal, participou de negociações de propina com Vorcaro para facilitar a compra de carteiras do Master. Parte das mensagens de celular entre aliados indicam a troca de favores financeiros vinculados a imóveis e operações no banco.

Vorcaro, identificado como chefe da rede que adminstrava o Master, negocia valores em imóveis como forma de pagamento de propina. A PF aponta que parte do dinheiro teria sido movimentada por meio de fundos de investimento.

O governo do DF, por meio da governadora Celina Leão, tem sido questionado sobre como cobrir o suposto rombo. A gestão alega conversas com gestoras de fundos para buscar recursos, sem confirmar se houve intervenção federal.

Quando ocorreu, onde acontece e por que: as apurações situam os fatos entre 2023 e 2025, com operações centralizadas no BRB e em redes associadas, em Brasília e no Rio de Janeiro, segundo a PF.

Avanços da investigação e próximos passos

Segundo a PF, Costa pode ter recebido valores por serviços de aprovação de operações e ocultação de déficits, ligados a empréstimos e instrumentos financeiros. A apuração envolve dezenas de milhões de reais.

Além de Costa, outros nomes ligados ao banco aparecem em documentos oficiais, com indícios de participação em um esquema de pirataria financeira e ocultação de calotes. A investigação segue para apurações de congruência entre transações e chegadas.

Contexto financeiro do BRB e reação pública

O BRB não publicou balanços detalhados sobre o rombo, o que impede estimativas oficiais do tamanho da perda. O BC e autoridades financeiras acompanham as apurações, com expectativa de transparência na divulgação de resultados.

A governadora Celina Leão afirma buscar apoio do governo federal para cobrir eventuais déficits, enquanto o governo Lula reiterou posição contrária a intervenções para socorrer bancos federais, em declarações públicas.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais