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Ex-presidente do BRB é preso em nova fase da Operação Compliance Zero

Paulo Henrique Costa, ex-presidente do BRB, é preso na nova fase da Operação Compliance Zero, que investiga lavagem de dinheiro e propina no banco

Paulo Henrique Costa, presidente do BRB
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  • Paulo Henrique Costa, ex-presidente do Banco de Brasília (BRB), foi preso nesta quarta-feira na nova fase da Operação Compliance Zero, que investiga lavagem de dinheiro e propina no banco.
  • A ação é conduzida pela Polícia Federal (PF) e pelo Ministério Público Federal (MPF) e mira uma organização criminosa ligada a crimes financeiros no BRB.
  • Costa já havia sido alvo da PF na época da prisão de Daniel Vorcaro, em dois mil e dezenove; ele foi afastado do BRB e chegou a ser preso na ocasião, mas posteriormente solto.
  • Segundo as investigações, Costa teria recebido propina de empresas que prestaram serviços ao BRB; há também apuração sobre lavagem de dinheiro por meio de empresas de fachada.
  • A prisão ocorreu na residência dele, em Brasília; o banco informou colaboração com as autoridades e que tomou providências internas, enquanto a PF segue com diligências para esclarecer fatos e identificar outros envolvidos.

O ex-presidente do Banco de Brasília (BRB), Paulo Henrique Costa, foi preso nesta quarta-feira, 16 de janeiro de 2026, na nova fase da Operação Compliance Zero. A investigação envolve lavagem de dinheiro e pagamento de propina a agentes e empresas que prestavam serviços ao BRB. A ação é conjunta entre Polícia Federal (PF) e Ministério Público Federal (MPF).

Costa foi detido na residência dele em Brasília e levado à Superintendência da PF no Distrito Federal, onde permanece à disposição da Justiça. A prisão acontece no contexto de apurações sobre organização criminosa ligada ao banco, com indícios de lavagem de dinheiro por meio de empresas de fachada e operações financeiras ilícitas.

Segundo as apurações, o ex-presidente teria recebido vantagens de empresas contratadas pelo BRB. A PF informou que o esquema envolve movimentações atípicas e desvio de recursos, com continuidade das diligências para esclarecer fatos e identificar outros envolvidos.

O BRB afirmou colaborar com as autoridades e adotou medidas internas para apurar os fatos, mantendo o compromisso com transparência e ética. A PF destacou que as investigações seguem, com novas diligências previstas para aprofundar o inquérito.

Investigação e próximos passos

A operação Compliance Zero busca desarticular a organização criminosa presente no BRB. Além de Costa, outros investigados tiveram mandados de prisão expedidos, conforme a PF e o MPF. A apuração envolve coleta de provas e cruzamento de informações financeiras.

As autoridades ressaltam que novas diligências podem ocorrer para esclarecer o papel de cada investigado. Não há conclusão anunciada sobre o desfecho do caso, que permanece sob sigilo processual até decisões futuras.

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