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Paulo Henrique Costa, ex-presidente do BRB, é preso na operação da PF

Ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, é preso em nova fase da operação Compliance Zero, por suspeita de irregularidades na compra do Banco Master

O ex-presidente do BRB (Banco de Brasília), Paulo Henrique Costa, na sede da instituição, em Brasília
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  • Paulo Henrique Costa, ex-presidente do BRB, comandou o banco de janeiro de 2019 até novembro de 2025, indicado pelo então governador Ibaneis Rocha.
  • Foi preso nesta quinta-feira (16) na nova fase da operação Compliance Zero, que apura irregularidades na compra do Banco Master.
  • Costa é acusado de corrupção passiva e lavagem de dinheiro; investigações apontam ocultação de seis imóveis avaliados em mais de R$ 140 milhões ligados à aprovação de carteiras fraudulentas.
  • O ex-presidente negou irregularidades e afirmou que a prisão foi exagero; a defesa sustenta que não houve crime.
  • Em depoimento à Polícia Federal, Costa disse que acreditava que as carteiras falsas de crédito consignado tinham origem no Master e que houve troca de ativos para sanar o problema, com substituição de cerca de R$ 12,7 bilhões por R$ 10,2 bilhões em novos créditos.

O ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, foi preso nesta quinta-feira durante a fase atual da operação Compliance Zero. A investigação apura irregularidades envolvendo a aquisição de participação no Banco Master, de Daniel Vorcaro. O ato ocorreu em Brasília, com Costa detido pela Polícia Federal.

Costa comandou o BRB de final de janeiro de 2019 até novembro de 2025, indicado pelo então governador Ibaneis Rocha. O banco público aparece no centro das apurações sobre aquisição de carteiras de crédito supostamente fraudulentas ligadas ao Master.

Segundo a PF, Costa é acusado de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. A investigação aponta que ele ocultou seis imóveis recebidos como propina, quatro em São Paulo e dois em Brasília, avaliados em mais de R$ 140 milhões. Os bens estariam vinculados às carteiras fraudulentas.

Defesa e posicionamento

A defesa de Paulo Henrique Costa nega as irregularidades. O advogado Cléber Lopes afirmou que o ex-presidente não cometeu crime e que a prisão seria um exagero da Justiça. Lopes afirmou que a atuação de Costa é objeto de contestação legal. A prisão ocorreu após o desdobramento da investigação.

Costa tem mais de 25 anos de carreira no mercado financeiro. Antes de assumir o BRB, ocupou cargos na Caixa Econômica Federal, incluindo posições ligadas a controladoria, finanças e gestão de risco, conforme divulgado pelo BRB ao longo de sua gestão.

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