- Romeu Zema, pré-candidato à presidência pelo Novo, negou que vá compor a chapa como vice de Flávio Bolsonaro e disse que não deixará a corrida presidencial.
- Em São Paulo, ele lançou diretrizes do plano de governo e afirmou que levará a candidatura até o fim.
- Carlos da Costa, coordenador do plano econômico, afirmou que o futuro governo privatizaria tudo.
- Sobre o aumento de salário de 300% no governo de Minas em 2023, Zema disse que não faz diferença, pois o dinheiro é doado para instituições de caridade.
- O ex-governador ressaltou que sempre doou salários desde o mandato em Minas Gerais e que prioriza a transparência.
O pré-candidato à Presidência pelo Novo, Romeu Zema, negou nesta quinta-feira (16) a possibilidade de deixar a chapa presidencial para virar vice de Flávio Bolsonaro. Em São Paulo, ele afirmou que continuará com a candidatura até o fim.
Durante o evento Brasil sem intocáveis, Zema apresentou as diretrizes do seu plano de governo e disse que pretende reduzir privilégios de ricos. O encontro reuniu dirigentes do Novo para discutir propostas para o país caso vença as eleições de outubro.
Controvérsia salarial e transparência
Questionado sobre o aumento de 300% no seu salário como governador de Minas Gerais em 2023, o pré-candidato afirmou que a diferença salarial não importa, pois o dinheiro é doado a instituições de caridade. Segundo ele, as doações sempre existiram desde o início do mandato e há transparência nesse processo.
Ele ressaltou ainda que, segundo sua visão, os salários de secretários de governos anteriores eram superiores aos pagos no seu governo. A defesa envolve a comparação com estruturas administrativas anteriores e a defesa de medidas de transparência.
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