- Lula lidera entre eleitores com mais de 60 anos, com 45% das intenções de voto, versus 28% de Flávio Bolsonaro.
- Entre jovens, a diferença é pequena: 34% para Lula e 33% para Flávio.
- Na faixa de 35 a 59 anos, Lula tem 36% e Flávio 32%.
- Analistas dizem que a memória dos primeiros mandatos pesou, ajudando o eleitorado mais velho a tolerar o momento atual.
- O Mapa de Risco, do InfoMoney, usa dados da Genial/Quaest e é exibido toda sexta-feira, às 5h, no YouTube e em podcasts.
O mapa de risco da InfoMoney analisa como a idade influencia o apoio a Lula. Dados da última rodada da Genial/Quaest, divulgados na quarta-feira (15), mostram Lula à frente entre eleitores com 60 anos ou mais, com 45% das intenções de voto, ante 28% de Flávio. Entre os jovens, a diferença é pequena: 34% para Lula e 33% para Flávio.
Na faixa etária de 35 a 59 anos, Lula tem 36% e Flávio 32%. A avaliação aponta que a memória de governos anteriores pesa de forma diferente conforme a idade. Para o público mais velho, a percepção de melhoria nos primeiros mandatos ajuda a manter o apoio.
O estudo cita que a lembrança de ciclos econômicos favoráveis tende a tornar o eleitor mais velho mais tolerante com o governo atual, mesmo diante de críticas. Já adultos de renda mais pressionada e com maior exposição ao custo de vida tendem a reagir mais ao desgaste.
Entre os jovens, o comportamento é mais instável, com menor referência histórica. Pesquisa indica que esse grupo é mais sensível a condições atuais de renda, consumo e sensação de estagnação, influenciando mudanças de opinião com mais facilidade.
O Mapa de Risco é apresentado toda sexta-feira, a partir das 5h, no YouTube e em plataformas de podcast, e busca explicar padrões de apoio por faixas etárias, sem registro de avaliações subjetivas.
Divisão geracional e impactos no voto
- O eleitor com 60+ mantém relação com o PT com base em memória de governo anterior.
- Adultos de 35 a 59 anos respondem de forma mais imediata às mudanças econômicas e ao desgaste.
- Jovens apresentam maior volatilidade de preferência, sem referência firme de mandatos passados.
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