- O presidente da CAE do Senado, Renan Calheiros, protocolou requerimentos ao TCU para que encaminhe informações sobre a compra de ativos do BRB pela Caixa Econômica Federal, incluindo arquivos sigilosos.
- A finalidade é investigar possíveis conexões do processo com o caso Banco Master.
- Os pedidos abrangem operações do BRB nos últimos oito anos, especialmente links com fundos de previdência de servidores estaduais e municipais.
- O ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, foi preso na operação Compliance Zero e recolhido à Papuda, em Brasília.
- O BRB comprou ativos e carteiras de crédito do Banco Master entre julho de dois mil e vinte e quatro e outubro de dois mil e vinte e cinco, totalizando R$ 12,2 bilhões, apesar de pareceres contrários.
O presidente da CAE do Senado, Renan Calheiros, protocolou requerimentos ao TCU para que envie informações sobre a compra de ativos do BRB pela Caixa Econômica Federal. O objetivo é esclarecer contratos e operações envolvendo fundos de previdência estaduais e municipais.
Os documentos solicitam que o ministro Bruno Dantas inclua arquivos sigilosos, com o intuito de investigar possíveis conexões com o caso Banco Master. A CAE busca confirmar a existência de vínculos entre operações do BRB e as tratativas ligadas ao processo.
Os requerimentos também correlacionam as ações do BRB nos últimos oito anos a possíveis irregularidades em ativos de crédito adquiridos da instituição Master. A operação envolve valores com carteira de crédito estimada em bilhões de reais.
Contexto adicional
O caso ocorre em meio à prisão do ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, transferido para a Papuda após audiência de custódia. A prisão integra a fase 4 da Operação Compliance Zero, que investiga fraudes associadas ao Banco Master.
Segundo os autos, o BRB teria adquirido ativos e carteiras de crédito do Master entre julho de 2024 e outubro de 2025, estimadas em 12,2 bilhões de reais. Pareceres técnicos teriam indicado inconsistências na operação financeira.
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