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Governador de SC critica STF por derrubar lei de cotas

STF derruba lei de Santa Catarina que proibia cotas em universidades; governador critica decisão, afirmando que a proposta visava ajudar os mais pobres, não extinguir cotas

Jorginho Mello, senador pelo PL de Santa Catarina
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  • O STF derrubou, por unanimidade, a lei de Santa Catarina que proibia cotas em universidades ligadas ao estado; o placar foi 10 a 0.
  • O governador Jorginho Mello (PL) reagiu nas redes sociais, dizendo que a proposta não extinguia cotas, mas as “melhorava” e “focava nos mais pobres”.
  • A leiSC previa exceções para pessoas com deficiência, critérios de renda e estudantes de escolas públicas, além de prever sanções como multas de até R$ 100 mil por edital e corte de repasses públicos.
  • O STF manteve a decisão de declarar a lei inconstitucional.
  • O voto final foi apresentado pelo ministro André Mendonça, com o relator Gilmar Mendes acompanhar todos os membros.

O STF derrubou uma lei de Santa Catarina que proibia cotas em universidades públicas, privadas e comunitárias que recebem recursos do estado. A decisão foi tomada por unanimidade e derrubou a norma estadual, que permitia sanções como multas e corte de repasses.

O governador Jorginho Mello (PL) usou as redes sociais para reagir, dizendo que a lei não extinguia cotas, mas as ampliaria, com foco nos alunos mais pobres. Ele afirmou que o país nem discute o tema e que a lei buscava evitar perdas de vagas por cor ou identidade de gênero.

A legislação catarinense, que estava em vigor desde 2022, previa exceções para deficiência, renda e estudantes provenientes de escolas públicas. Em caso de descumprimento, autorizava multas de até 100 mil reais por edital e o corte de repasses públicos às instituições.

Derrubada no STF

A Suprema Corte decidiu pela inconstitucionalidade da norma catarinense, com placar de 10 a 0, acompanhando o relator Gilmar Mendes. O último voto foi do ministro André Mendonça, segundo informações divulgadas pela imprensa.

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