- A Ipsos-Ipec entrevistou 2.000 pessoas entre 8 e 12 de abril, em 130 municípios, com margem de erro de 2 pontos percentuais (95% de confiança).
- 49% dos brasileiros dizem que o ex-presidente Jair Bolsonaro deve continuar cumprindo prisão domiciliar, mesmo após o período de 90 dias definido pelo ministro Alexandre de Moraes.
- 42% discordam e defendem a volta de Bolsonaro à Papuda, no Complexo da Papuda.
- 9% não sabem ou não responderam.
- Bolsonaro ficou 125 dias preso desde o início do caso, com 54 dias na Superintendência da Polícia Federal e 57 dias na Papudinha; recentemente recebeu alta após internação por broncopneumonia bilateral e passou a cumprir domiciliar temporária por 90 dias.
A Ipsos-Ipec divulgou neste sábado (18) os resultados de uma pesquisa, com 2.000 entrevistas, sobre a preferência dos brasileiros quanto à prisão de Jair Bolsonaro. O levantamento foi feito entre 8 e 12 de abril, em 130 municípios, com margem de erro de 2 pontos percentuais.
Segundo o estudo, 49% dos entrevistados entendem que o ex-presidente deve continuar cumprindo prisão domiciliar após o período inicial de 90 dias determinado pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF. Outros 42% discordam, defendendo a volta dele para a Papudinha, no Complexo da Papuda.
A parcela que não soube ou não respondeu soma 9%. O intervalo de confiança da pesquisa é de 95%. A condição de saúde de Bolsonaro foi citada como justificativa para a decisão de Moraes, que autorizou a domiciliar temporária para tratar broncopneumonia bilateral.
Bolsonaro ficou 125 dias preso, conforme o levantamento. Desse total, 54 dias ocorreram na Superintendência da Polícia Federal e 57 na Papudinha, ambos em Brasília. A decisão sobre o regime de cumprimento é apresentada pelas autoridades com base em avaliação médica.
O estudo de opinião acompanha os desdobramentos do caso após a alta médica do ex-presidente. A defesa e a equipe médica devem, segundo Moraes, informar semanalmente sobre a evolução do tratamento. A pesquisa não busca opinião sobre o mérito político das decisões.
Metodologia aponta que 2.000 pessoas foram entrevistadas entre 8 e 12 de abril, em 130 municípios. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.
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