- O programa Estúdio i, da GloboNews, passa por terceira repercussão negativa em menos de um mês.
- Andréia Sadi afirmou ter usado como fonte um denunciado ao Supremo Tribunal Federal por atos antidemocráticos de 8 de janeiro para apurar uma notícia.
- O denunciado citado foi Paulo Figueiredo, jornalista com canal no YouTube, próximo a aliados da família Bolsonaro e já ex-comentador da Jovem Pan News.
- A polêmica envolve ética jornalística, pois expandiu críticas à emissora e à apresentadora mesmo com apuração feita, segundo especialistas ouvidos.
- Em outros episódios recentes, houve retratação de Sadi por um PowerPoint envolvendo Lula e o PT e, durante a ausência da âncora, a substituta Marina Franceschini fez um comentário considerado infeliz sobre diversidade de gênero e raça, levando a desativação temporária de seu perfil.
O programa Estúdio i, exibido pela GloboNews, voltou a enfrentar críticas após mais uma repercussão negativa em menos de um mês. A apresentadora Andréia Sadi afirmou ter utilizado como fonte um denunciado pelos atos de 8 de janeiro para apurar uma matéria.
A denúncia envolve a decisão de Sadi de mencionar Paulo Figueiredo como interlocutor durante apuração realizada para o blog do programa. Figueiredo é jornalista com canal no YouTube e histórico de críticas ao governo e ao STF. As informações foram veiculadas na edição de sexta-feira (17).
O tema gerou debates nas redes sociais sobre os critérios de apuração e o uso de fontes potencialmente envolvidas em conflitos judiciais. Defensores da ética jornalística questionaram o uso de figuras com envolvimento público em investigações.
Além disso, o episódio ocorre em um contexto de controvérsias recentes no Estúdio i. Em 20 de março, outro material envolvendo o presidente Lula e o PT resultou em pedido de desculpas de Sadi e em posicionamento do governo.
No mês anterior, a emissora havia enfrentado críticas por uma fala da substituta de Sadi, Marina Franceschini, que comentou de forma controversa diversidades de gênero e raça na missão Artemis II. A frase gerou debates sobre linguagem e inclusão.
A GloboNews não divulgou detalhes adicionais sobre as apurações nem sobre as fontes utilizadas. Analistas destacam que a ética na seleção de fontes é essencial para manter a confiabilidade de reportagens políticas.
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