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Programa de Andréia Sadi na GloboNews tem 3ª repercussão em menos de 1 mês

GloboNews tem terceira repercussão negativa em menos de um mês após Sadi citar denunciado ao STF como fonte

Andréia Sadi no 'Estúdio i' de 17 de abril, quando contou ter conversado com Paulo Figueiredo
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  • O programa Estúdio i, da GloboNews, passa por terceira repercussão negativa em menos de um mês.
  • Andréia Sadi afirmou ter usado como fonte um denunciado ao Supremo Tribunal Federal por atos antidemocráticos de 8 de janeiro para apurar uma notícia.
  • O denunciado citado foi Paulo Figueiredo, jornalista com canal no YouTube, próximo a aliados da família Bolsonaro e já ex-comentador da Jovem Pan News.
  • A polêmica envolve ética jornalística, pois expandiu críticas à emissora e à apresentadora mesmo com apuração feita, segundo especialistas ouvidos.
  • Em outros episódios recentes, houve retratação de Sadi por um PowerPoint envolvendo Lula e o PT e, durante a ausência da âncora, a substituta Marina Franceschini fez um comentário considerado infeliz sobre diversidade de gênero e raça, levando a desativação temporária de seu perfil.

O programa Estúdio i, exibido pela GloboNews, voltou a enfrentar críticas após mais uma repercussão negativa em menos de um mês. A apresentadora Andréia Sadi afirmou ter utilizado como fonte um denunciado pelos atos de 8 de janeiro para apurar uma matéria.

A denúncia envolve a decisão de Sadi de mencionar Paulo Figueiredo como interlocutor durante apuração realizada para o blog do programa. Figueiredo é jornalista com canal no YouTube e histórico de críticas ao governo e ao STF. As informações foram veiculadas na edição de sexta-feira (17).

O tema gerou debates nas redes sociais sobre os critérios de apuração e o uso de fontes potencialmente envolvidas em conflitos judiciais. Defensores da ética jornalística questionaram o uso de figuras com envolvimento público em investigações.

Além disso, o episódio ocorre em um contexto de controvérsias recentes no Estúdio i. Em 20 de março, outro material envolvendo o presidente Lula e o PT resultou em pedido de desculpas de Sadi e em posicionamento do governo.

No mês anterior, a emissora havia enfrentado críticas por uma fala da substituta de Sadi, Marina Franceschini, que comentou de forma controversa diversidades de gênero e raça na missão Artemis II. A frase gerou debates sobre linguagem e inclusão.

A GloboNews não divulgou detalhes adicionais sobre as apurações nem sobre as fontes utilizadas. Analistas destacam que a ética na seleção de fontes é essencial para manter a confiabilidade de reportagens políticas.

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