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Alckmin liga para prefeito de Belém após enchente gerar estado de emergência

Alckmin liga para Belém após enchente levar cidade a estado de emergência; chuva de 100 mm em seis horas é a maior em dez anos e governo oferece apoio federal

Bairro alagado em Belém (PA) | Reprodução
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  • O presidente interino Geraldo Alckmin ligou para o prefeito de Belém, Igor Normando, após a cidade decretar estado de emergência devido às chuvas.
  • Em 24 horas, Belém registrou 100 milímetros de chuva em 6 horas, o maior volume dos últimos 10 anos, e grande parte da cidade ficou alagada.
  • Bairros atingidos incluem Terra Firme, Tapanã, Condor, Jurunas, Icoaraci, Parque Verde, Cabanagem, Benguí, Pedreira e Curió-Utinga.
  • Além de Belém, houve alagamentos em Ananindeua, Marituba e cidades do interior, conforme a Defesa Civil; ainda não há estimativa de desalojados.
  • O Ministério Público pediu à prefeitura e ao governo do Pará que disponibilizem escolas e ginásios para acolher desabrigados devido à falta de vagas em abrigos.

O volume de chuva em Belém, no Pará, durante 24h atingiu 100 mm, metade do esperado para todo o mês de abril. No domingo (19), a cidade registrou o pico, com bairros inteiros alagados e emergência decretada pela prefeitura.

O prefeito Igor Normando (MDB) informou que os alagamentos atingiram diversas regiões da capital paraense, como Terra Firme, Tapanã, Condor, Jurunas, Icoaraci, Parque Verde, Cabanagem, Benguí, Pedreira e Curió-Utinga. Ruas ficaram inundadas e casas foram invadidas pela água.

O presidente interino Geraldo Alckmin (PSB) ligou nesta segunda-feira (20) para ouvir Normando. Alckmin colocou o governo federal à disposição e acionou os Ministérios da Defesa e do Desenvolvimento Regional para apoiar o Estado. O objetivo é adotar medidas emergenciais.

A Defesa Civil informou que houve também alagamentos em Ananindeua, Marituba e municípios do interior. Ainda não há estimativas sobre o número de desalojados ou desabrigados.

O Ministério Público pediu à Prefeitura de Belém e ao Governo do Pará que disponibilizem escolas e ginásios para acolhimento de desabrigados, diante da insuficiência de vagas em abrigos.

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