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Eduardo posta Moraes no casamento de Tabata e questiona imparcialidade

Eduardo Bolsonaro critica Moraes no casamento de Tabata Amaral; ministro votou pela condenação por difamação, levantando discussão sobre suspeição

Na imagem, o ministro Alexandre de Moraes (esq), do Supremo Tribunal Federal, e o ex-deputado Eduardo Bolsonaro (dir)
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  • Eduardo Bolsonaro criticou a presença do ministro Alexandre de Moraes no casamento da deputada Tabata Amaral, alegando imparcialidade.
  • Moraes votou na sexta-feira, 17 de abril de 2026, para condenar Eduardo Bolsonaro por difamação movida por Tabata Amaral.
  • Em publicação no X, Eduardo citou os artigos 145 do Código de Processo Civil e 254 do Código de Processo Penal, que tratam de suspeição de juiz.
  • Ele afirmou que a condenação ocorreu “no casamento” da deputada, sugerindo relação entre Tabata e Moraes.
  • A imagem mencionada mostra Moraes ao lado de Eduardo no evento.

O ex-deputado Eduardo Bolsonaro criticou a participação do ministro Alexandre de Moraes, do STF, no casamento da deputada Tabata Amaral com o prefeito de Recife, João Campos. A situação ocorre após Moraes ter votado na sexta-feira para condenar Eduardo por difamação contra Tabata.

Eduardo publicou no X uma leitura de artigos de processo citando suspeição do juiz, alegando que Moraes seria aliado de Tabata. A postagem ocorreu 20 de abril de 2026, em meio às comemorações do casamento indicado.

O casamento de Tabata Amaral e João Campos foi o evento central, com Moraes presente entre os convidados. O episódio envolve ainda a decisão do STF, na mesma semana, sobre o processo movido pela deputada contra Eduardo Bolsonaro.

Contexto da decisão

Moraes votou para condenar Eduardo Bolsonaro por difamação contra Tabata Amaral, o que já havia sido reportado pela imprensa. O caso envolve acusações de ter disseminado conteúdo considerado difamatório pela congressista.

Eduardo utilizou o espaço público para questionar a imparcialidade do ministro, apontando suposta relação entre Moraes e Tabata. A rede social reforçou a leitura sobre suspeição em processos envolvendo as partes.

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