- Ex-policial Marco Alexandre, condenado a quatroze anos de reclusão em sentença definitiva, voltou à prisão; ele estava sob tornozeleira desde abril de dois mil e vinte e cinco e foi recolhido na sexta-feira, dezessete de abril de dois mil e vinte e seis, em Uberlândia.
- Defesa afirma que Marco enfrenta sofrimento mental severo, perdeu cerca de quarenta quilos e já esteve em ala psiquiátrica; há pedido para converter a pena em regime domiciliar para continuidade do tratamento.
- Alegações da defesa sobre inocência de vandalismo apontam que as fotos mostram Marco apenas no Palácio do STF, supostamente tentando ajudar a Polícia Legislativa; pedidos para acessar filmagens completas não teriam sido atendidos.
- A família relata impacto emocional, incluindo o não testemunho do nascimento da filha caçula; mãe do ex-policial descreve o diagnóstico como debilitante após o cárcere sem denúncia formal nos primeiros dezoito meses.
- Além de Marco, pelo menos mais vinte e quatro condenados pela operação de oito de janeiro foram recolhidos ao sistema prisional, em cumprimentos de penas determinadas pelo ministro Alexandre de Moraes, com mandados expedidos entre treze e dezessete de abril de dois mil e vinte e seis.
Marco Alexandre, ex-policial condenado pelo caso 8 de janeiro, voltou à prisão após a decisão de iniciar a execução da pena de 14 anos de reclusão. A ação ocorreu em Uberlândia, após Monitoramento por tornozeleira desde abril de 2025. A prisão ocorreu na sexta-feira, 17 de abril de 2026.
Segundo a defesa e familiares, Marco enfrenta sofrimento mental intenso, com emagrecimento de cerca de 40 kg. O quadro levou à transferência para ala psiquiátrica durante o cárcere preventivo. A defesa busca converter a pena para regime domiciliar para continuidade do tratamento.
A prisão na última semana foi registrada por vídeo que circula nas redes. O ex-policial estava sob monitoramento por tornozeleira desde 2025 e foi recolhido para cumprir a pena definitiva.
Saúde e prisão
A defesa aponta que o estado de saúde de Marco demanda acompanhamento médico contínuo. A família afirma que o quadro psicológico se agravou com a prisão e a falta de acesso a recursos de tratamento adequados.
A acusação formal sustenta a execução da pena conforme a decisão do STF. Não houve anúncio oficial de percalços adicionais no andamento do processo.
Defesa contesta acusações
O advogado Geovane Veras afirma não haver provas de vandalismo ligadas a Marco. Segundo ele, fotos mostram o ex-policial apenas no STF, sem depredar o patrimônio.
Ele sustenta que houve dificuldade de acesso a filmagens completas das câmeras de segurança, o que prejudicaria a avaliação independente do caso.
Impacto familiar
A família relata que Marco não presenciou o nascimento da filha caçula, ocorrido durante a prisão. A mãe, Iara Célia Machado, de 83 anos, diz que o filho ficou debilitado ao longo do cárcere.
Ela descreve o impacto emocional e a mudança no estado de saúde dele ao longo dos 18 meses iniciais sem denúncias formais.
Outros condenados
Além de Marco, pelo menos 24 réus ligados aos atos de 8 de janeiro foram recolhidos recentemente, conforme ordem do ministro Alexandre de Moraes, do STF. As prisões visam iniciar a execução das penas já julgadas.
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