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Gilmar Mendes pede inclusão de Zema no inquérito sobre fake news

Gilmar Mendes envia notícia-crime para Moraes e pede inclusão de Romeu Zema no inquérito das fake news; caso segue em sigilo e foi encaminhado à PGR

Gilmar Mendes pede investigação contra Romeu Zema no inquérito das fake news por vídeo com fantoches e uso de deepfake
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  • Gilmar Mendes encaminhou uma notícia-crime ao ministro Alexandre de Moraes para que Romeu Zema seja investigado no inquérito das fake news; o caso permanece em sigilo.
  • Moraes já encaminhou o caso à Procuradoria Geral da República (PGR).
  • A notícia-crime relaciona o 2º episódio da série “Os Intocáveis”, divulgado por Zema, que usa fantoches de ministros e envolve deepfake.
  • Segundo Mendes, o vídeo desrespeita a honra do Supremo Tribunal Federal e, segundo ele, busca promover o ex-governador.
  • Zema tem publicado vídeos críticos ao STF e a ministros, em conteúdo que já gerou polêmica nas redes sociais.

Gilmar Mendes encaminhou ao ministro Alexandre de Moraes uma notícia-crime envolvendo Romeu Zema (Novo) para que o ex-governador seja investigado no inquérito das fake news. O caso permanece sob sigilo, e Moraes já remeteu o apurado à Procuradoria Geral da República.

A peça trata do 2º episódio da série Os Intocáveis, publicada nas redes sociais de Zema quando ele era governador. O material usa fantoches que representam ministros do STF e sustenta acusações contra a corte.

Segundo o documento, Zema teria distorcido a imagem do STF ao sugerir desrespeito à honra da instituição. O texto cita uso de deepfake e edição sofisticada para simular vozes de ministros e promover o ex-governador.

Na avaliação de Mendes, o vídeo evidencia um intuito de vulnerar a integridade do STF e buscar benefício pessoal para Zema. O conteúdo também aumenta a tensão entre o ex-governador e o tribunal.

Zema tem feito críticas públicas ao STF e a Mendes. Em 14 de abril de 2026, ele disse não recuaria das críticas. Em vídeo subsequente, ele questiona a conduta de ministros citados no material.

Contexto e desdobramentos

Os vídeos, veiculados em X e Instagram, fazem referência ao caso do Banco Master. O material anterior e as publicações geraram repercussão sobre liberdade de expressão, críticas políticas e limites legais nas redes. A investigação segue em andamento.

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