- O presidente da Câmara, deputado Hugo Motta, defendeu que o fim da jornada 6×1 seja debatido amplamente, sem pressa, antes de qualquer votação.
- Motta afirmou que há apoio na Casa à redução da jornada, mas destacou a necessidade de discussões com diferentes setores da sociedade.
- A mensagem vai na contramão de posicionamentos do governo e de parlamentares que pretendem usar a proposta como bandeira eleitoral.
- Ele sinalizou que o tema não será votado de forma atropelada, embora reconheça a demanda pela redução da jornada de trabalho.
- A pauta ganhou força no campo político diante da queda de popularidade de Lula e das preocupações com os custos que a medida impõe ao setor produtivo.
O presidente da Câmara, deputado Hugo Motta, afirmou que a proposta de fim da jornada 6×1 precisa de ampla discussão com a participação de diferentes setores representados no Parlamento. Segundo ele, a pauta não deve ser votada de forma apressada.
Motta indicou que há apoio na Casa à elevação do debate sobre a redução da jornada de trabalho, mas ressaltou a necessidade de analisar impactos com cuidado. O objetivo é ouvir entidades e especialistas antes de qualquer decisão.
A posição diverge de o governo federal defender a proposta como tema de campanha, alinhando-se aos setores privados que apontam custos significativos para o setor produtivo, incluindo micro e pequenas empresas.
Contexto político
O tema ganhou dimensão estratégica na atual polarização entre governo e oposição, com defensores da medida cobrando celeridade no trâmite legislativo. Em meio a isso, Motta enfatiza que a Câmara pode avançar apenas com consenso entre diferentes atores.
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