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Movimento Stop Killing Games recebe apoio no Parlamento Europeu

Audiência no Parlamento Europeu recebe amplo apoio ao movimento Stop Killing Games; início do processo legislativo, com o comitê ainda analisando a proposta

Créditos: Stop Killing Games.
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  • A audiência do movimento Stop Killing Games aconteceu no Parlamento Europeu no dia 16 de abril, recebendo apoio significativo dos eurodeputados.
  • As petições da União Europeia e do Reino Unido foram oficialmente aprovadas, levando a iniciativa ao comitê para análise da proposta.
  • O projeto foi iniciado pelo YouTuber Ross Scott, do canal Accursed Farms, após anos de trabalho da comunidade de jogos.
  • Durante a audiência, o consultor Daniel Ondruška destacou que a proposta não busca manter jogos online indefinidamente nem reativar títulos já desativados, mas criar novas leis para evitar encerramentos no futuro.
  • A author explicou que, segundo Scott, o custo de fim de ciclo de vida é geralmente baixo quando previsto no orçamento, e o ambiente pós-audiência na Twitch foi visto como otimista, com receptividade entre membros do Parlamento.

O Movimento Stop Killing Games foi ouvido pelo Parlamento Europeu, recebendo amplo apoio de eurodeputados. A audiência ocorreu em 16 de abril e é o primeiro passo no processo legislativo para discutir o fim dos encerramentos de jogos. A iniciativa busca regras que protejam o suporte dos fãs sem perseguição comercial.

O debate contou com a participação de Ross Scott, criador do canal Accursed Farms, que lidera a campanha. O consultor Daniel Ondruška ressaltou que a proposta não visa censurar ou manter online jogos indisponíveis, mas evitar práticas que dificultem o encerramento de serviços de forma injusta.

Segundo Ondruška, a ideia é criar novas legislações para impedir encerramentos arbitrários no futuro. Ele citou que jogos com 20 anos de vida útil ainda funcionam, enquanto títulos recentes podem não funcionar por decisões de design ou comerciais. A proposta enfatiza transparência e direitos dos jogadores.

Na sessão, a equipe explicou que o custo do fim de ciclo de vida é parcela pequena quando já previsto no orçamento. O grupo argumenta que estimativas de custo feitas por estúdios costumam superestimar despesas, especialmente com lojas e conteúdos adicionais que não são mais necessários.

A recepção entre os participantes foi majoritariamente positiva. O fundador da Stop Killing Games afirmou que a audiência revelou apoio expressivo entre os eurodeputados e a comissão relevante, sinalizando progresso no diálogo institucional. A avaliação é de avanço gradual no processo legislativo.

Histórico do movimento aponta uma trajetória iniciada em 2024, com coleta de assinaturas e tentativas de influenciamento de personalidades da indústria. A campanha teve fases no Reino Unido e na União Europeia, com resultados variados até o momento, mantendo o foco no debate público.

A organização sinalizou planos para ampliar ações, incluindo ONGs na UE e nos EUA, visando um contra-lobby de longo prazo sobre o tema. Em março, a iniciativa apoiou uma ação contra a Ubisoft, ligada ao encerramento de The Crew, fortalecendo a pauta junto a associações de consumidores.

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