- O senador Marcio Bittar, do PL do Acre, disse que não tem nada para falar com Jorge Messias, indicado por Lula ao STF, mas não é mal-educado e atenderá se ele aparecer no gabinete.
- Bittar é um dos poucos senadores com quem Messias ainda não conversou desde a indicação, feita há seis meses.
- Na semana passada, Messias conseguiu conversar com Hamilton Mourão e Eduardo Girão, ampliando contatos com senadores que inicialmente resistiam.
- A sabatina de Messias pela Comissão de Constituição e Justiça do Senado está prevista para o dia vinte e oito de abril, com votação no plenário provável na mesma data.
- Para confirmar a indicação, Messias precisa de ao menos quarenta e um votos dos oitenta senadores.
Marcio Bittar, senador pelo PL do Acre, afirmou que não tem reivindicação a fazer a Jorge Messias, o eventual ministro indicado por Lula para o STF. Mesmo assim, disse que, se Messias aparecer no gabinete, será recebido sem ressalvas. Local: Brasília. Quando: na atual fase de sabatina.
O ministro indicado tem feito uma rodada de contatos e encontros com senadores desde a indicação. Na última semana, Messias já havia se reunido com Hamilton Mourão, ex-vice-presidente, e com Eduardo Girão, ambos opositores à ideia de confirmação neste momento.
Bittar pode ser visto como um dos poucos que ainda não conversaram com Messias desde a indicação. O posicionamento dele permanece de não votar a favor da indicação, embora afirme manter a cordialidade institucional se houver agenda.
A sabatina de Messias pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado está marcada para o dia 28. A expectativa é de que o plenário vote a sabatina na mesma sessão, com a necessidade de ao menos 41 votos favoráveis para a aprovação.
Segundo apuração, a reunião com Mourão e Girão sinaliza avanço na aproximação de parte do Senado com o indicado. A decisão final sobre o apoio ou rejeição depende de avaliação de diversos blocos e de informações que ainda chegam aos membros da CCJ.
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