- Trump disse que o preço da gasolina ficará mais baixo assim que a guerra entre EUA e Irã terminar, discordando do chefe de energia.
- O secretário de Energia, Chris Wright, afirmou à CNN que a gasolina abaixo de US$ 3 por galão pode acontecer ainda neste ano, mas pode não ocorrer até o próximo ano.
- O preço médio do galão de gasolina comum era de US$ 4,04 na segunda-feira, segundo a American Automobile Association (AAA), frente a US$ 3,15 há um ano.
- O Irã fechou o Estreito de Ormuz, à medida que a guerra na região se aproxima de dois meses desde o início das ações.
- A situação ocorre em meio a pressão política antes das eleições de meio mandato de novembro, com promessas de reduzir custos e inflação elevada.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, questionou a avaliação de sua autoridade de energia de que os preços da gasolina não cairiam até 2027. Ele afirmou que os custos devem recuar assim que a guerra envolvendo o Irã terminar, segundo apuração de veículos da imprensa.
Segundo o secretário de Energia, Chris Wright, a gasolina abaixo de 3 dólares por galão pode ocorrer ainda este ano, mas pode não acontecer até o próximo. Trump rebateu dizendo que a previsão está totalmente errada e que as quedas devem ocorrer ao fim do conflito.
A orientação oficial aponta que há possibilidade de recuo de preços com a resolução do enfrentamento. No entanto, não há data definida para o encerramento das hostilidades entre EUA, Israel e Irã.
Contexto econômico: o preço médio do galão da gasolina comum chegou a 4,04 dólares na segunda-feira, conforme a AAA, contra 3,15 dólares há um ano. Os preços do petróleo registraram aumento global de cerca de 5% na jornada.
Desdobramentos políticos: antes das eleições de meio de mandato, Trump enfrenta pressão de aliados republicanos para reduzir custos. A inflação segue elevada e os indicadores de popularidade do presidente permanecem baixos.
Contexto internacional: o Irã fechou o Estreito de Ormuz, canal estratégico para o transporte de petróleo, em meio à escalada do conflito iniciado em 28 de fevereiro com ataques de EUA e Israel. A tônica é a incerteza sobre o ritmo de normalização dos preços.
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