- A União Europeia concordou em ampliar sanções contra o Irã para incluir os responsáveis pelo bloqueio do Estreito de Hormuz.
- A informação foi confirmada pela chefe de política externa da UE, Kaja Kallas, após reunião em Luxemburgo.
- Kallas pediu aos ministros que reforcem a missão naval da UE no Oriente Médio, que protege embarcações contra ataques dos houthis no Mar Vermelho.
- Espera-se que, na quarta-feira, a UE aprove o empréstimo de 90 bilhões de euros à Ucrânia.
- A derrota do primeiro-ministro húngaro Viktor Orbán, que havia vetado o empréstimo, aumenta as expectativas de liberação.
Os países da União Europeia concordaram em ampliar as sanções contra o Irã, incluindo os responsáveis pelo bloqueio do Estreito de Ormuz, informou a chefe da diplomacia europeia, Kaja Kallas. A decisão foi anunciada nesta terça-feira em Luxemburgo, durante reunião dos ministros das Relações Exteriores da UE.
Kallas também pediu aos ministros que reforcem a missão naval da UE no Oriente Médio. A ação visa proteger embarcações contra ataques do grupo rebelde Houthis, do Iêmen, no Mar Vermelho.
Espera-se que a UE aprove, na quarta-feira, o empréstimo de 90 bilhões de euros prometido à Ucrânia. A aprovação segue a recente derrota do primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán, que havia vetado a medida, abrindo espaço para o avanço do pacote.
Sanções ampliadas contra Irã e apoio financeiro à Ucrânia
A ampliação das sanções inclui indivíduos e entidades ligadas ao bloqueio do Estreito de Ormuz, passagem estratégica para o comércio global de petróleo. O objetivo é aumentar a pressão econômica e diplomática sobre o Irã.
Segundo a chefe de política externa da UE, a decisão também reforça o comprometimento de rapidamente liberar o empréstimo à Ucrânia, uma vez que o veto foi superado. A proposta de financiamento permanece condicionada a critérios de implementação e monitoramento.
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