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Lesão no ombro pode levar Bolsonaro à cirurgia, aponta médico

Cirurgia no manguito rotador é cogitada para Bolsonaro aos 71, com avaliação do pós-operatório e possível realização neste fim de semana

Ex-presidente Jair Bolsonaro (PL)
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  • O ex-presidente Jair Bolsonaro precisará de cirurgia no ombro, envolvendo o manguito rotator, conforme pedido da defesa ao STF; a operação pode ocorrer nesta sexta-feira (24) ou no sábado (25).
  • A lesão pode ter sido causada por uma queda em janeiro, na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília.
  • O ortopedista Kaleu Nery diz que a idade de 71 anos é um fator que complica o pós-operatório, devido ao desgaste natural do ombro.
  • A cirurgia nem sempre é indicada: em casos de tendinite ou rupturas parciais há tratamento conservador; a intervenção ocorre quando há ruptura completa, dor intensa e dificuldade em atividades simples.
  • O protocolo pós-operatório prevê uso de tipoia, controle da dor e, depois, fisioterapia com mobilidade e fortalecimento, seguindo o tempo de cicatrização e orientação profissional.

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) pode passar por cirurgia no ombro, conforme pedido de sua defesa ao STF. O procedimento seria para o manguito rotador e lesões associadas, possivelmente decorrentes de uma queda em janeiro, na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília.

A avaliação inicial aponta que a idade de Bolsonaro, 71 anos, é um fator que complica o quadro e requer cuidado no pós-operatório. Médicos destacam desgaste natural do ombro com o envelhecimento.

Entenda a lesão e a indicação

Especialistas explicam que o manguito rotador sustenta movimentos e estabilidade do ombro, com degeneração que pode estar presente antes do trauma. A cirurgia não é indicada para todos os casos, apenas para rupturas completas ou dor intensa.

Pós-operatório e recuperação

O neurocirurgião orienta que a fase inicial envolve uso de tipoia, controle da dor e proteção do ombro, seguida por exercícios de mobilidade e fortalecimento. O tempo de cicatrização exige paciência e fisioterapia constante.

Situação atual

Bolsonaro está em prisão domiciliar desde 27 de março, sob decisão do ministro Alexandre de Moraes, após internação de duas semanas por broncopneumonia bilateral. A defesa defende a cirurgia e a continuidade do tratamento.

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