- Lula fará fala pelo fim da escala 6×1 em vídeo do PT, que será transmitido em rede nacional a partir de quinta-feira (23); a ideia é não haver cortes salariais.
- O material, com 30 segundos, mostra a rotina de uma mulher que trabalha fora e cuida dos filhos; a mensagem é de que o trabalho dignifica, mas não pode separar mãe e filhos.
- Tema é prioridade do presidente para a reeleição e está em debate no Congresso; a sessão trata da tramitação da Proposta de Emenda à Constituição da jornada 6×1.
- A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara aprovou relatório favorável à tramitação da PEC. O governo defende que a proposta siga pelo caminho de um Projeto de Lei.
- O governo e o Centrão discutem detalhes de formato e tramitação; o presidente da Câmara, Hugo Motta, tem posição contrária à ideia de adotar a PEC para evitar veto presidencial.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai defender o fim da escala 6×1 em um vídeo do PT que será transmitido em rede nacional nesta quinta-feira, 23. A peça tem foco nas mulheres que conciliam trabalho e família.
O material, com 30 segundos de duração, mostra a rotina de uma mãe que trabalha fora e cuida dos filhos. O objetivo é apresentar a proposta de reduzir a jornada sem cortes salariais como forma de manter famílias unidas.
O vídeo foi publicado pelo perfil do PT no dia 14 de março e será exibido na televisão a partir desta quinta. A iniciativa faz parte da agenda do governo para a reeleição.
Contexto político e tramitação
No Congresso, a PEC da escala 6×1 avança conforme o entendimento da CCJ, que aprovou o relatório favorável à tramitação da proposta. O formato aponta tramitação mais lenta e a possibilidade de veto presidencial.
O governo, porém, defende que a tramitação ocorra por meio de projeto de lei, em desacordo com a expectativa da Câmara, que tende a manter a PEC como caminho. O debate envolve detalhes de conteúdo e formato.
Dados sobre o apoio público
Uma recente pesquisa Datafolha indica redução da vantagem de Lula entre o eleitorado feminino, grupo historicamente favorável ao petista. A movimentação busca recompor apoio entre mulheres, visando a reeleição.
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