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Mendonça vota para manter prisão do ex-presidente do BRB e do advogado do Master

Mendonça vota para manter prisões de ex-presidente do BRB e de advogado ligados à operação Compliance Zero, em julgamento da Segunda Turma

Ministro André Mendonça, do STF — Foto: Nelson Jr./SCO/STF
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  • O ministro André Mendonça votou para manter as prisões preventivas de Paulo Henrique Costa, ex-presidente do BRB, e do advogado Daniel Monteiro.
  • Eles são alvos da quarta fase da Operação Compliance Zero, autorizada por Mendonça, relator do caso Master na Corte.
  • O julgamento ocorre no plenário virtual da Segunda Turma; os demais ministros têm prazo para se manifestar até sexta-feira (24).
  • Dias Toffoli foi declarado suspeito em março para casos relacionados ao Master, posição que deve permanecer.
  • A PF aponta indícios de que Costa recebeu propina envolvendo seis imóveis, avaliados em R$ 146 milhões, com titularidade ocultada por fundos da Reag e empresas de fachada; Monteiro teria atuado na ocultação.

O ministro do STF André Mendonça votou nesta quarta-feira (22) para manter as prisões preventivas de Paulo Henrique Costa, ex-presidente do BRB, e do advogado Daniel Monteiro, que atuou a favor do Banco Master. O tribunal discute a quarta fase da Operação Compliance Zero, autorizada por Mendonça, relator do caso Master.

O julgamento ocorre no plenário virtual da Segunda Turma, em que os ministros depositam seus votos no sistema. Até o momento, apenas Mendonça já se manifestou, com os demais colegas com prazo até sexta-feira (24) para apresentar posicionamentos.

Dias Toffoli, que integra a turma, declarou suspeição em março para casos relacionados ao Master, mantendo-a para o processo. A decisão de Mendonça sustenta as medidas cautelares já impostas a Costa e Monteiro, segundo a fundamentação anterior de autorização da operação.

Costa é investigado por suposta propina para facilitar operações envolvendo o Master. Monteiro é apontado como responsável por estruturar negócios para a instituição de Vorcaro. A PF aponta evidências de que Costa poderia receber seis imóveis avaliados em R$ 146 milhões, com titulação ocultada por fundos e empresas de fachada. Monteiro atuaria na ocultação.

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