- O ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema, disse que não foi procurado oficialmente por Flávio Bolsonaro para ser vice na chapa.
- Zema reiterou que pretende manter sua candidatura presidencial até o final, independentemente de convite.
- Ele informou que existem três pré-candidaturas de direita e que “vamos estar juntos no segundo turno”.
- Afirmou que, com várias candidaturas de direita, a esquerda tende a ficar mais fraca, com Lula como opção viável atualmente.
- Zema citou a experiência do Chile, dizendo que Antônio Kast venceu após um primeiro turno com vários candidatos de direita; mencionou ainda que Bolsonaro apoia a diversidade de candidaturas de direita e lembrou encontro em Brasília em agosto do ano passado.
Romeu Zema afirmou nesta quarta-feira, 22, em Brasília, que não foi procurado oficialmente pelo senador Flávio Bolsonaro para compor a chapa como vice, ainda que reconheça a possibilidade de convite. Ele reiterou que vai manter sua candidatura presidencial até o fim, independentemente de alianças.
O ex-governador de Minas Gerais, filiado ao Novo, citou três pré-candidatos de direita em disputa, incluindo Flávio Bolsonaro e Ronaldo Caiado, e sinalizou que acredita que haverá apoio mútuo para enfrentar a esquerda e ampliar as opções de saída para o eleitorado. A declaração ocorreu em meio a especulações sobre coligações.
Zema citou ainda uma leitura internacional para sustentar sua posição, destacando o Chile como exemplo de que menos uma janela de candidatura única pode favorecer o campo conservador. Afirmou que houve apoio público de Bolsonaro à ideia de múltiplas candidaturas de direita, mencionando conversa ocorrida em Brasília no ano anterior.
Contexto da direita
Segundo Zema, a existência de diversas candidaturas de direita pode enfraquecer a esquerda, que hoje conta com o presidente Lula entre as possibilidades de vitória. Ele indicou que manterá a candidatura até o fim e acredita que o cenário ajuda a consolidar uma eventual união no segundo turno.
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