- A Justiça Federal aceitou o novo pedido da Polícia Federal e decretou a prisão preventiva de Mc Ryan SP, Mc Poze do Rodo, Raphael Sousa Oliveira e mais 29 investigados em um esquema de lavagem de dinheiro e uso de redes sociais para mascarar o lucro do crime organizado.
- O pedido ocorreu após o ministro Messod Azulay Neto, do Superior Tribunal de Justiça, acatar o habeas corpus apresentado pela defesa de Mc Ryan SP e conceder a liberdade dele e de outros suspeitos.
- O STJ havia revogado a decisão inicial, o que levou a Polícia Federal a encaminhar uma nova solicitação de prisão preventiva.
- A PF sustenta que medidas cautelares alternativas são ineficazes e que a liberdade dos investigados representa risco à ordem pública e à integridade das provas.
- a prisão foi anunciada nesta quarta-feira, 23 de [mês].
A Justiça Federal aceitou o novo pedido da Polícia Federal e decretou a prisão preventiva de MC Ryan SP, Mc Poze do Rodo, Raphael Sousa Oliveira, criador da Choquei, e de outros 29 investigados. O esquema envolve lavagem de dinheiro e uso de redes sociais para mascarar o lucro do crime organizado.
A decisão ocorreu na esfera da Justiça Federal, nesta quarta-feira, dia 23, com base em indícios de prática criminosa e riscos à ordem pública. As medidas visam assegurar a eficácia das investigações e evitar possíveis furtos de provas.
O caso ganhou desdobramentos após o ministro Messod Azulay Neto, do STJ, acatar habeas corpus apresentado pela defesa de Mc Ryan SP, liberando temporariamente os suspeitos. A revogação dessa decisão levou a PF a protocolar o novo pedido de prisão preventiva.
Novo pedido e motivação
A PF alegou que medidas cautelares alternativas seriam ineficazes no contexto do processo. Argumentos apontam que a liberdade dos investigados poderia comprometer a ordem pública e a integridade das provas reunidas até o momento.
Entre os alvos da ação estão MC Ryan SP, Mc Poze do Rodo e Raphael Sousa Oliveira, além de outros 29 investigados. A investigação continua para esclarecer mecanismos de lavagem de dinheiro e a atuação do grupo nas redes sociais.
As autoridades destacam que o objetivo é assegurar o andamento regular das apurações, com foco na coleta de evidências e na preservação do interesse público. Não houve informações sobre prazo ou novas fases da operação.
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