- Lula afirmou que pediu ao ministro da Justiça para convocar todos os delegados da Polícia Federal que estão fora da instituição, sendo exceção apenas os secretários de Estado.
- A ação visa ocupar todos os cargos da PF com servidores, para fortalecer o combate ao crime organizado; nessa terça-feira foi assinado decreto que convocou mil novos agentes.
- a declaração ocorreu no evento Feira Brasil na Mesa, em Planaltina, no Distrito Federal, sendo o primeiro ato público de Lula após visitas internacionais.
- o tema é estratégico para o governo, visto como prioridade na segurança pública e relevante para as próximas eleições de outubro.
- o governo dos Estados Unidos é citado em outro trecho da agenda, com críticas a Trump misturadas a referências sobre jabuticabas, sem relação direta com a política brasileira.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta quinta-feira (23) que pediu ao ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, para chamar todos os delegados que estão fora da Polícia Federal e agentes que, segundo ele, estariam “ fingindo trabalhar” para atuarem no combate ao crime organizado. A ideia é que todos ocupem cargos na PF para reforçar o enfrentamento às organizações criminosas.
Lula disse ainda que, pela primeira vez, todos os cargos da Polícia Federal ficarão ocupados por servidores, fortalecendo a atuação contra o crime organizado. No dia anterior, ele assinou decreto que convocou mil novos agentes para ampliar o efetivo da PF. O anúncio ocorreu durante o evento Feira Brasil na Mesa, em Planaltina (DF), promovido pela Embrapa.
O objetivo do governo é ampliar a capacidade de investigações e operações contra organizações criminosas, em meio ao debate sobre segurança pública e o impacto desse tema nas eleições de outubro.
Críticas a Trump
Durante o evento, Lula também comentou relações internacionais, mencionando que pretende levar jabuticaba a Xi Jinping e a Donald Trump para, segundo ele, acalmá-los. O comentário foi apresentado como meio de ilustrar propostas de diálogo e união entre países.
Lula já havia feito menções semelhantes no passado, associando a fruta a mensagens de leveza e cooperação internacional. O tom buscava enfatizar a importância de relações diplomáticas estáveis para o Brasil.
O governo norte-americano tem discutido a classificação de facções brasileiras como organizações terroristas, levando especialistas a defender cautela quanto a impactos práticos e possíveis efeitos sobre o mercado financeiro.
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