- Messias passou a defender atuação do STF com menos intervenção no Congresso, buscando reduzir resistências à sua indicação antes da sabatina na CCJ do Senado.
- Ele apresenta compromisso de atuar com previsibilidade, respeitando competências dos poderes e mantendo o gabinete na Corte aberto a parlamentares; é visto como tentativa de pacificação entre Judiciário e Legislativo.
- A estratégia inclui abordagem a senadores de centro e de direita, testando margens de flexibilização para votos secretos, sem prometer reversões públicas.
- O principal atrito é a ausência de encontro com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, fator considerado central para destravar apoios; rumores indicam atritos após evento envolvendo aliados.
- Falta de agenda consolidada de apoio mantém o cenário aberto, com projeções de aprovação entre 46 e 52 votos, dependendo de indecisos em PSD, MDB, União Brasil e oposição do PL.
O advogado-geral da União, Jorge Messias, intensifica a articulação política no entorno da sabatina do seu nome. Ele defende atuação do STF com menos intervenção no Congresso para acelerar apoio, na reta final antes da sabatina na CCJ do Senado.
Segundo relatos, Messias apresenta o compromisso com previsibilidade, respeito às competências dos Poderes e menor protagonismo político. Também mantém gabinete aberto a parlamentares, tentando atrair votos indecisos.
A expressão “Jorginho paz e amor” circula entre senadores como síntese do esforço de pacificação entre Judiciário e Legislativo. A estratégia foca em conquistar centro e direita sem mudar posição pública, apenas testando margens de flexibilização.
Contexto da sabatina e tensão com o Senado
A poucos dias da sabatina marcada para quarta-feira (29), o tema é a relação entre STF e Congresso. Investigações da PF envolveram interesses de familiares de: um banco ligado ao escritório de advocacia de Moraes e Toffoli, entre outras peças.
O objetivo é reduzir resistências sem comprometer a independência dos Poderes. Messias pretende manter a atuação previsível e evitar disputas que possam prejudicar a indicação.
Desafios e fluxos de apoio
Ministros e aliados descrevem um cenário aberto, com votos ainda incertos em PSD, MDB e União Brasil. O PL, maior bancada, atua em oposição à indicação. A avaliação é de que o apoio depende de confiança no perfil do AGU.
A ausência de encontro com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, é citada como ponto de atrito. A reunião seria crucial para destravar resistências e sinalizar apoio político à indicação.
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