- Durante sessão do plenário do STF, nesta quinta-feira, 23, Moraes citou autores tradicionais para fundamentar seu voto sobre restrições à compra de imóveis rurais por empresas brasileiras com participação estrangeira.
- O ministro mencionou os professores Celso Bastos, Manoel Gonçalves Ferreira Filho e Pinto Ferreira, chamando‑os de “a escola tradicional mais antiga do constitucionalismo brasileiro”.
- Flávio Dino completou que, na escola tradicional, faltou Gilmar Mendes, que seria contemporâneo desses autores, segundo suas palavras.
- Moraes brincou ao dizer que Gilmar Mendes é “um jovem, perto de todos esses” e o chamou de neocontemporâneo.
O plenário do STF abriu a sessão desta quinta-feira, 23, para analisar restrições à aquisição de imóveis rurais por empresas brasileiras com participação majoritária de capital estrangeiro. Em seu voto-vista, o ministro Alexandre de Moraes citou autores tradicionais do direito constitucional para fundamentar seu posicionamento.
Segundo Moraes, foram apontados como referências a escola tradicional, considerada a mais antiga do constitucionalismo brasileiro, os professores Celso Bastos, Manoel Gonçalves Ferreira Filho e Pinto Ferreira. O objetivo foi situar a discussão em um eixo histórico do tema.
O ministro Flávio Dino completou o diálogo, destacando que Gilmar Mendes seria contemporâneo desses constitucionalistas citados. Em resposta, Moraes comentou, com tom de brincadeira, que o decano da Corte é *um jovem* ao lado desses nomes, qualificando ainda Gilmar como *neocontemporâneo*.
A troca ocorreu durante a apresentação de voto e não há, na fala, leitura de posição final sobre o tema em análise. A sessão segue com a avaliação dos impactos jurídicos das restrições e das propostas em debate, sem alterações imediatas no andamento do processo.
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