- A PF entregará ao ministro André Mendonça, do STF, o relatório sobre a morte de Luiz Phelipe Mourão, conhecido como “Sicário”, nesta quinta-feira (23).
- A conclusão aponta que Mourão cometeu suicídio na cela em que ficou preso temporariamente na PF, no dia 4 de março, mesmo dia em que Vorcaro foi preso.
- Os investigadores analisaram imagens da cela e ouviram depoimentos de policiais e médicos.
- A PF informou que levou cerca de dez minutos entre o episódio e a ida para o resgate, e aproximadamente vinte e cinco minutos para as manobras de reanimação até a chegada do SAMU.
- Sicário era considerado braço-direito de Vorcaro em milícia armada, conforme apuração da PF, que indicava uso de meios para ameaçar adversários, funcionários e jornalistas.
O relatório sobre a morte de Luiz Phelipe Mourão, conhecido como “Sicário”, será entregue ao ministro André Mendonça, do STF, nesta quinta-feira (23). O documento resulta de apurações conduzidas pela Polícia Federal em Minas Gerais.
O superintendente da PF em MG, Richard Murad, e o delegado responsável pelo inquérito apresentarão o relatório ao magistrado. Mourão morreu em março, na cela da própria unidade da PF onde estava detido temporariamente.
Segundo as investigações, a morte ocorreu por suicídio na cela em que Mourão permaneceu até 4 de março, mesmo dia em que Daniel Vorcaro foi preso. Forças de segurança examinaram imagens da cela e ouviram testemunhos de policiais e médicos.
A PF informou que, no momento do episódio, o tempo de percepção foi estimado em cerca de 10 minutos entre o ocorrido e a solicitação de socorro. A intervenção do Grupo de Pronta Intervenção durou aproximadamente 25 minutos até a chegada do SAMU.
Sicário atuava como braço-direito de Vorcaro em uma milícia armada, conforme apuração da PF. A organização era investigada por uso de meios para intimidar adversários, jornalistas e funcionários.
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