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Governador interino busca colocar ordem no Rio de Janeiro

Governador interino do Rio, desembargador Ricardo Couto, afirma cumprir missão constitucional para manter a ordem, sem projeto eleitoral evidente

Presidente do TJRJ assumiu após renúncia de Cláudio Castro. Vice-governador já havia renunciado para assumir vaga no TCERJ. (Foto: Brunno Dantas/TJRJ)
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  • O desembargador Ricardo Couto, presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, atua como governador interino para tentar manter a ordem no estado.
  • Ele está no cargo em meio ao vácuo de poder entre a Alerj e a indefinição sobre quem comandará o governo até dezembro, com o STF ainda sem nortear a chefia.
  • A Coluna questionou sobre projeto eleitoral; Couto disse não ter planos de disputar eleições no momento.
  • A atuação dele é descrita como cumprimento da função constitucional diante da ausência de um governo eleito estável.
  • A notícia ressalta o papel provisório do Interino e a necessidade de definição institucional para o próximo ciclo político.

O governador interino do Rio de Janeiro, Ricardo Couto, ocupa a posição por necessidade constitucional enquanto a Alerj se reorganiza e o STF orienta nomes que vão chefiar o Executivo até dezembro. Ele assumiu como presidente do Tribunal de Justiça e busca manter a ordem no estado, com atuação voltada a secretarias, obras e diálogo com municípios.

Apesar de assumir para cumprir a ordem institucional, Couto não tem projeto eleitoral declarado, segundo a Coluna. A conjuntura envolve o vácuo de poder no Rio até que haja definição política local e diretrizes do STF para a governança.

O Rio se mantém feito cenário de instabilidade e ajustes institucionais, com o objetivo de assegurar funcionamento de políticas públicas enquanto o pleito estadual amadurece. As mudanças ocorrem sem data definida para conclusão.

Saúde de Vorcaro

Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master, está preso na sede da PF. O quadro de saúde envolve palpitações, mal-estar, crise respiratória e infecção urinária com sangramento. Não há confirmação de envenenamento ou de ações indevidas dentro da instituição.

A situação envolve investigações em curso e avaliação de condições médicas durante a detenção. A Polícia Federal não divulgou detalhes adicionais sobre o estado de Vorcaro e as hipóteses investigadas continuam sob sigilo institucional.

Café com vidro

Durante o período em que foi secretário de Segurança, José Mariano Beltrame relatou que levava café de casa para o gabinete. Segundo relatos, o café chegava coado, com vidro moído, o que chamou a atenção nas primeiras semanas de atuação.

A revelação foi discutida entre colegas e faz parte de anedotas de rotina no serviço público, sem impacto direto em políticas públicas. O episódio ilustra pequenos itens da gestão que ganharam repercussão interna.

Voa, Ibaneis, voa!

Paulo Henrique Costa, ex-presidente do BRB, enfrenta uma possível delação, após alegação de agressão a um advogado contratado por Ibaneis Rocha. A situação ocorre em meio a tensões entre o ex-governador do DF e a equipe atual, com acesso negado ao ex-chefe.

Ibaneis Rocha mantém disponibilidade de avião para atender emergências, conforme relatos anteriores. O cenário envolve movimentação de informações e possíveis delações que ainda dependem de apuração judicial.

Panelaço nas redes

Empresários do setor de alimentação relatam descontos indevidos no 99Food, com promoções antigas ativas sem aviso. Comerciantes ameaçam judicializar o tema. A plataforma rebate, afirmando cumprir políticas de promoções com clareza para restaurantes parceiros.

O debate envolve discrepâncias entre ofertas registradas e reajustes automáticos. A empresa afirma que negociações com restaurantes são transparentes e seguem acordos firmados.

Contra o câncer

A Universidade Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos aprovou a resolução 3/2025, antecipando biossimilares para imuno-oncologia. A medida reduz custos e amplia o acesso a tratamentos contra mais de 30 tipos de câncer, com custo estimado de cerca de R$ 400 mil por mês.

Dados apontam que o câncer de mama afeta mais de 73,6 mil mulheres por ano, com cerca de 18 mil mortes. A nova regulamentação visa acelerar disponibilidade de terapias avançadas e reduzir preços.

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