- No dia seis de abril, pouco depois do anúncio da presença de Trump no evento, Cole Allen, de trinta e um anos, teria reservado três noites no hotel Washington Hilton e viajado de trem da Califórnia para a capital dos EUA.
- Segundo a investigação, ele enviou uma mensagem programada para familiares indicando autoridades do governo como alvo, pouco antes de se aproximar da entrada principal do evento, por volta das vinte horas e quarenta minutos.
- Allen correu em direção ao detector de metais portando uma arma longa, e agentes do Serviço Secreto ouviram um disparo durante a ação.
- Um agente do Serviço Secreto foi atingido no peito, mas estava protegido por colete balístico.
- Nos autos, constam que o suspeito estava armado com uma espingarda calibre doze e uma pistola Rock Island Armory 1911 de calibre trinta e oito no momento do ataque, o que pode levar à prisão perpétua caso seja condenado.
No jantar com o ex-presidente Donald Trump, no Washington Hilton, o atirador Cole Allen, de 31 anos, iniciou a ação no dia 6 de abril. A investigação aponta que o ataque ocorreu poucos dias após a confirmação da presença de Trump no evento.
Segundo os autos, Allen saiu da Califórnia de trem em 21 de abril, fez uma conexão em Chicago no dia 23 e fez o check-in no hotel no dia seguinte. A ação teve início perto das 20h40, quando ele enviou uma mensagem a familiares com referência a autoridades do governo como alvo.
Ao se aproximar da entrada principal, Allen correu em direção ao detector de metais portando uma arma longa. Um disparo foi ouvido pelos agentes do Serviço Secreto presentes no local. Um deles foi atingido no peito, protegido por colete balístico.
Conforme o FBI, o agente baleado foi identificado como V.G. O relato oficial cita que o disparo foi ouvido pelos agentes designados ao ponto de controle, ainda durante o incidente. O material apreendido inclui uma espingarda calibre 12 e uma pistola Rock Island Armory 1911, calibre .38.
Allen pode enfrentar pena de prisão perpétua em função da gravidade dos fatos, segundo as informações dos autos. A investigação segue para esclarecer motivos e eventuais vínculos com outras pessoas ou planos.
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