- A pesquisa Genial/Quaest mostra Cláudio Castro (PL) com 12% de intenções de voto para o Senado no Rio de Janeiro, à frente de Benedita da Silva (PT) com 10% e Felipe Curi (PL) com 6%.
- Castro é o favorito para a primeira opção de voto: 15% escolheriam-no como primeira opção, enquanto 9% o colocariam na segunda cadeira.
- O levantamento foi feito com 1.200 pessoas entre 21 e 25 de abril, com margem de erro de 3 pontos percentuais, e registrado no TSE sob RJ-00613/2026.
- Embora lidere as intenções de voto ao Senado, a avaliação de sua gestão é negativa: 47% reprovam, 35% aprovam e 18% não souberam responder; popularidade caiu em relação a 2025.
- O TSE tornou Castro inelegível até 2030 por abuso de poder político e econômico na campanha de 2022; ele renunciou um dia antes do julgamento, e há possibilidades de embargos ou ação no STF.
O ex-governador Cláudio Castro (PL) lidera a corrida ao Senado pelo Rio de Janeiro com 12% das intenções de voto, segundo a pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta segunda-feira (27). A sondagem aponta Castro à frente de Benedita da Silva (PT), com 10%, e Felipe Curi (PL), com 6%.
Entre os eleitores, 15% votariam nele como primeira opção, e 9% o colocariam na segunda cadeira disponível. O estudo abrange dois cenários de disputa pelo Senado fluminense.
A pesquisa foi realizada com 1.200 pessoas entre 21 e 25 de abril, com margem de erro de 3 pontos percentuais. O levantamento foi registrado no TSE sob o número RJ-00613/2026.
Desdobramentos da pesquisa
Apesar da liderança, a avaliação da gestão de Castro é negativa: 47% reprova o governo, 35% aprovam e 18% não souberam responder. Em outubro de 2025, a aprovação era de 53% e a rejeição alcançava 40%, segundo o levantamento.
O estudo reforça que a preferência por Castro para uma vaga na Câmara Alta contrasta com a avaliação do desempenho do governo fluminense, com variações entre os cenários apresentados.
Inelegibilidade
Nesta semana, o Tribunal Superior Eleitoral tornou Castro inelegível até 2030 por abuso de poder político e econômico durante a campanha de 2022.
O ex-governador renunciou ao cargo um dia antes do julgamento, o que impediu a cassação do mandato.
A defesa pode apresentar embargos de declaração, que não alteram o resultado, servindo apenas para esclarecer pontos da decisão. Também há a possibilidade de levar o caso ao STF.
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