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Coordenador de Flávio exige explicação sobre mudança na dosimetria

Marinho afirma que quem mudar de posição na dosimetria terá de explicar-se; oposição teme manter veto de Lula e avalia votos para derrubar na sessão

O senador Rogério Marinho, líder da oposição no Senado Federal, durante entrevista à Folha em seu gabinete.
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  • O líder da oposição no Senado, Rogério Marinho, disse que quem mudar de posição terá que explicar à opinião pública e aos eleitores.
  • O Congresso se prepara para sessão para analisar o veto de Lula ao PL da Dosimetria.
  • O Senado abriu a votação com 48 votos, em cenário considerado apertado; para derrubar o veto são necessários 41 votos.
  • A oposição acredita ter cerca de 300 votos na Câmara para derrubar o veto, enquanto alguns na base governista estimam dificuldade.
  • Se o veto for derrubado, há possibilidade de recorrer ao STF para derrubar a lei; a sessão está marcada para quinta-feira, 30 de abril.

O líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), afirmou que quem mudar de posição sobre dosimetria terá que se explicar à opinião pública e aos eleitores. A declaração foi feita em meio ao clima de tensão antes da sessão que pode manter o veto de Lula ao PL da Dosimetria.

O texto, aprovado pela Câmara, depende de maioria qualificada no Senado para derrubar o veto. A votação na Casa ocorreu com 48 votos favoráveis ao veto. Para derrubar, são necessários 41 votos, o que mantém a possibilidade de veto vigente. Parlamentares avaliam cenários diferentes para a apreciação.

A oposição estima ter cerca de 300 votos na Câmara para derrubar o veto presidencial, caso a decisão seja levada adiante. Mesmo com esse apoio, governistas reconhecem a dificuldade de vencer a medida no Senado e levantam a hipótese de eventual requerimento de deslocamento da pauta.

Cenário no Congresso

A sessão conjunta do Congresso Nacional para analisar o veto está marcada para quinta-feira, 30 de abril. Caso o veto seja mantido, o projeto não avança; se for derrubado, pode haver etapas legais adicionais. Governistas mantêm a cautela diante do alto custo político da votação.

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