- Gilberto Kassab, presidente do PSD, disse que Jair Bolsonaro não tinha vocação para a vida pública e que 2018 favoreceu quem se apresentasse contra o PT.
- O dirigente elogiou a equipe econômica de Bolsonaro, liderada por Paulo Guedes, como fator decisivo para sustentar o governo.
- Kassab afirmou que Lula acerta em programas sociais, mas criticou a eficiência da gestão da máquina pública para torná-la mais eficiente.
- O tema tributário foi incluído: Lula e Haddad teriam aumentado a taxação de dividendos sem reduzir a carga para as empresas.
- Sobre a disputa atual, Kassab aposta que Ronaldo Caiado pode crescer na campanha e chegar ao segundo turno, sem acreditar em vitória de Lula ou Bolsonaro; rejeitou aproximação com o PT em São Paulo e confirmou apoio a Tarcísio de Freitas.
Gilberto Kassab, presidente nacional do PSD, afirmou em São Paulo, durante evento promovido pela Lide, que Jair Bolsonaro não tinha vocação para a vida pública e que o pleito de 2018 favoreceu quem enfrentasse o PT. A leitura é de que o cenário favorecia um opositor.
O dirigente destacou que, apesar do despreparo para a vida pública, o governo contou com uma equipe econômica robusta, liderada por Paulo Guedes, que ajudou a sustentar a gestão até o fim. Segundo Kassab, Guedes teve papel decisivo na condução econômica.
Kassab elencou críticas ao governo Lula, afirmando que programas como Minha Casa, Minha Vida e Luz para Todos são bons, mas que Lula sabe gastar e não administrar a máquina pública de forma eficiente. Disse ainda que houve aumento de tributos em seu mandato.
Sobre as eleições deste ano, o presidente do PSD afirmou que Ronaldo Caiado tem condições de crescer na campanha e pode chegar ao segundo turno. Segundo Kassab, PT e PL são mais conhecidos, mas não apresentaram respostas satisfatórias à população.
Questionado sobre a possibilidade de aliança com o PT em âmbito estadual, Kassab foi categórico ao negar a hipótese. Afirma ter apoio incondicional a Tarcísio de Freitas e destacar o protagonismo do PSD no governo de São Paulo.
Kassab ainda avaliou o cenário de pesquisas, dizendo que Lula e Bolsonaro não ganham a eleição segundo as leituras atuais. A afirmação reforçou a visão de que recalls favorecem candidatos com maior reconhecimento junto ao eleitorado.
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